quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ministério da Saúde lança campanha nacional de doação de órgãos

Publicado em setembro 28, 2011 por HC

Tags: saúde

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Brasilia - A professora aposentada Maria Pia Albuquerque, 52 anos, que mora na cidade e foi submetida a um transplante de coração pelo SUS, participa do lançamento, da campanha nacional para incentivar a doação de órgãos em todo o país e, com isso, alcançar a meta de 15 doadores Por Milhão de Pessoas (PMP), em 2015. Foto de Valter Campanato/ABr
Brasilia – A professora aposentada Maria Pia Albuquerque, 52 anos, que mora na cidade e foi submetida a um transplante de coração pelo SUS, participa do lançamento, da campanha nacional para incentivar a doação de órgãos em todo o país e, com isso, alcançar a meta de 15 doadores Por Milhão de Pessoas (PMP), em 2015. Foto de Valter Campanato/ABr

Índice de doadores e quantidade de transplantes realizados no país apresentam crescimento em relação a 2010. Meta do governo federal é alcançar taxa de 15 doadores por milhão de pessoas em 2015

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lança às 18h30 desta terça-feira (27), no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília, campanha nacional para incentivar a doação de órgãos em todo o país e, com isso, alcançar a meta de 15 doadores Por Milhão de Pessoas (PMP), em 2015. Atualmente, este índice é de 11,1 (veja mais dados ao final do texto). Com o tema “Seja um doador de órgãos, seja um doador de vidas”, a edição deste ano da campanha procura conscientizar os brasileiros sobre a importância da doação de órgãos para transplantes. “O aumento do número de doações impacta diretamente no crescimento da quantidade de transplantes, beneficiando pacientes que dependem da cirurgia para sobreviver”, destaca o ministro.

No Brasil, a doação de órgãos é autorizada pela família do doador, sem a necessidade de um documento assinado pela pessoa que venha a falecer. Atualmente, o país registra uma taxa de 11,1 doadores por milhão de pessoas – são cerca de duas mil doações por ano, mais que o dobro da quantidade registrada em 2003 (quando foram contabilizados 893 doadores efetivos). “Nesta campanha, queremos incentivar a discussão sobre este importante tema e esclarecer as dúvidas da população, dando mais segurança aos familiares que precisam decidir no momento em que se perde uma pessoa querida. Cada um deve conversar com seus entes mais próximos, informando a sua vontade de doar órgãos”, ressalta o ministro Alexandre Padilha. “Por isso, a participação da população nesta causa é fundamental”, reforça.

O Brasil é referência internacional na realização de transplante por realizar o maior número de procedimentos por meio de uma rede pública de saúde – aproximadamente 95% das cirurgias são feitas pelo Sistema Único de Saúde de forma totalmente gratuita. O SUS oferece assistência integral ao paciente transplantado, incluindo exames periódicos, medicamentos pós-cirurgia, atendimento hospitalar em caso de emergência e apoio de profissionais como psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta e assistente social.

AVANÇOS – Tanto na quantidade de doadores quanto no número de transplantes realizados, o Brasil apresenta avanços neste setor. A quantidade de doações efetivas de órgãos passou de 1.896, em 2010, para 2.144, este ano (projeção até o próximo mês de dezembro) – um crescimento de 13%. Quando comparado o primeiro semestre de 2010 com o mesmo período deste ano, o número de transplantes realizados também apresenta alta: passou de 10.150 para 11.242 procedimentos, um aumento de 10%.

A projeção do Ministério da Saúde é que, até o próximo mês de dezembro, sejam realizados mais de 23 mil transplantes no país. Em 2010, esta quantidade chegou a 21.040, o que representa um aumento de 65% em relação ao número de procedimentos feitos em 2003 (12.722). “Nossa expectativa é superarmos estas marcas ano a ano, como vem ocorrendo na última década”, afirma o coordenador do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), Heder Borba.

O país mantém crescimento sustentado não só na quantidade de doações de órgãos e cirurgias realizadas como também no volume de recursos aplicados no setor. O investimento anual do Ministério da Saúde no SNT, em 2010, ultrapassou R$ 1 bilhão. Este valor é quase quatro vezes maior que os recursos investidos no SNT há sete anos (R$ 327 milhões).

CAMPANHA – Os cartazes e filmes publicitários da campanha “Seja um doador de órgãos, seja um doador de vidas” começam a ser veiculados hoje, dia 27 de setembro, data em se comemora o Dia Nacional da Doação de Órgãos. As peças serão veiculadas em TVs, rádios, internet, jornais e revistas. Materiais impressos também serão afixados em outdoors, busdoors, metrôs, MUBs (mobiliários urbanos) e elevadores.

No lançamento da campanha, será apresentada a peça de teatro “Segunda Chance”, que aborda o tema. O espetáculo foi escrito e produzido pela atriz Kely Nascimento, viúva do ator Northon Nascimento, que passou por um transplante de coração. A peça estreia em São Paulo na próxima sexta-feira (30) e ficará em cartaz, no Teatro Ressurreição, até o dia 20 de novembro.

SUPERAÇÃO – Para sensibilizar os brasileiros sobre a importância da doação de órgãos para transplantes, o ator José de Abreu – protagonista da edição deste ano da campanha nacional – interpreta, nas peças publicitárias, personagem que decidiu doar os órgãos como um último gesto de solidariedade antes de falecer. As histórias traduzem a experiência da professora aposentada Maria Pia Albuquerque, 52 anos, que mora em Brasília e foi submetida a um transplante de coração pelo SUS.

A história de Maria Pia é um exemplo de superação. Em setembro de 2007, depois de um tratamento cardíaco que durou 23 anos, o médico deu o diagnóstico: a única possibilidadeda professora continuar viva seria a partir de um transplante de coração. “Foi quando eu pensei: minha vida agora depende do coração de outra pessoa!”, conta.

No mês seguinte, em outubro de 2007, ela foi encaminhada ao Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (IC-DF). O coração ideal para o transplante foi identificado um ano e quatro meses depois, na sexta tentativa, por volta de 23h do dia 3 de maio de 2009. Vinte e um dias depois da cirurgia, ela teve alta e voltou para casa, com saúde e garantia total de continuidade da assistência pelo SUS, incluindo acompanhamento médico, exames periódicos, atendimento hospitalar em caso de emergência e apoio de psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta e assistente social.

ESTRATÉGIA – Durante o lançamento da campanha “Seja um doador de órgãos, seja um doador de vidas”, o ministro Alexandre Padilha também apresentará projeto desenvolvido pelo Comitê Estratégico para o Desenvolvimento de Novos Centros de Transplantes, coordenado pelo médico e professor Silvano Raia, pioneiro na realização de transplante de fígado no Brasil. O objetivo da medida é implementar centros de procura e captação de órgãos em “pólos-alvo” nos estados de Alagoas, Acre, Amazonas, Goias, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE DOADORES EFETIVOS – 2003 a 2011 (*)
ANO
DOADORES EFETIVOS
ÍNDICE DE DOADORES
Por Milhão de Pessoas (PMP)
2003
893
5
2004
1.232
6,8
2005
1.078
5,88
2006
1.109
5,98
2007
1.150
6,13
2008
1.317
6,95
2009
1.658
8,7
2010
1.896
9,9
2011 *
2.144
11,1
2015
(meta)

15
(*) Até setembro de 2011
EVOLUÇÃO DE TRANSPLANTES – 1º SEMESTRE DE 2010 x 1º SEMESTRE DE 2011 – órgãos sólidos, tecidos e células

PRIMEIRO SEMESTRE 2010
PRIMEIRO SEMESTRE 2011
BRASIL
10.150
11.242
EVOLUÇÃO DA QUANTIDADE DE TRANSPLANTES REALIZADOS – órgãos sólidos, tecidos e células
ANO
TOTAL – ÓRGÃOS SÓLIDOS + TECIDOS + CÉLULAS
2001
10.428
2002
11.203
2003
12.722
2004
14.175
2005
15.570
2006
15.788
2007
17.428
2008
18.989
2009
20.253
2010
21.040
2011 *
23.349
(*) Projeção até dezembro de 2011
EVOLUÇÃO DO INVETIMENTO FEDERAL NO SISTEMA NACIONAL DE TRANSPLANTES
ANO
VALOR (R$)
2003
327,85 milhões
2004
409,4 milhões
2005
526,6 milhões
2006
602,9 milhões
2007
713,1 milhões
2008
824,2 milhões
2009
990,51 milhões
2010
1,1 bilhão
2011
1,2 bilhão

Por Camila Rabelo, da Agência Saúde.

EcoDebate, 28/09/2011

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mulheres e HOMENS leiam e reenviem ...

Por mais incômodo que seja o ciclo menstrual, ainda assim é natural.
A semana passada Nicole Dishuk, de 31 anos, recém formada em medicina e a ponto de começar a trabalhar como médica, foi internada de urgência em um hospital.
Encontraram um coágulo no seu cérebro. Ao removerem a parte direita do seu crânio para aliviar a pressão no cérebro, o coágulo tinha se espalhado pelo seu cérebro inteiro, causando graves danos.
Desde quarta-feira passada, lutou pela sua vida. Para interromper a irrigação do sangue, foi induzida ao coma.
Os médicos a operam 3 vezes até que finalmente disseram que já não podiam fazer mais nada por ela.
Encontraram vários coágulos do lado esquerdo de seu cérebro, o que provocou uma inflamação que não retrocedeu.Ficou viva artificialmente, em aparelhos.
Morreu dia 19/01/2010 as 4:30h, deixando um marido, dois filhos um de 2 anos, Brandon e outro de 4 anos de idade, Justin.
: Causa da Morte: Método Contraceptivo Injetável que permite ter menstruação apenas 3 vezes por ano.

Embora seja aprovado pelo FDA, perturbar o seu ciclo menstrual é arriscado!
Mulheres não aceitem qualquer método contraceptivo. Suportem o ciclo menstrual, viver o que nos proporciona a natureza é viver possivelmente uma vida mais saudável!!!
INFORMAÇÃO É TUDO: podemos salvar uma vida.
E TODAS QUE USAM QUALQUER TIPO DE CONTRACEPTIVO SE INFORMEM LEIAM A BULA VERIQUEM OS EFEITOS SECUNDÁRIOS COMO: trombose, embolia, acidente vascular cerebral, etc.

Por favor, não fique com essa informação ... Reenvie-a!



Este e-mail não é apenas para as Mulheres
, mas também para aqueles que as valorizam e se alegram em poder salvar
vidas
!!!
REPASSANDO. MUITA ATENÇÃO!
ALERTA da RECEITA FEDERAL - FRAUDE! = ESSE VAI PEGAR MUITA GENTE!

CUIDADO COM ESTE GOLPE. É UM MODELO INOVADOR, POIS NÃO VEM POR E-MAIL, VOCÊ RECEBERÁ UMA CORRESPONDÊNCIA EM SUA RESIDÊNCIA. MUITO CUIDADO. SE RECEBER ALGO NO FORMATO ABAIXO, DESTRUA, JOGUE FORA E JAMAIS ACESSE O ENDEREÇO ELETRONICO MENCIONADO NA CARTA!


Fique do seu lado
Seja sempre o seu melhor amigo
Por Luiz Gasparetto


Quero ensinar você a meditar para vencer as próprias resistências. A ideia é fortalecer sua autoconfiança e remover os obstáculos pessoais, internos, que minam sua realização. Para que tudo dê certo em sua vida, você precisa estar do seu lado - acima de tudo. Então, vamos lá: coloque uma música suave de fundo, relaxe e leia a meditação a seguir.

Eu tenho o bem e ele vai me envolver. Ele vai inspirar em mim os bons sentimentos, a compreensão de situações que eu não estava entendendo. O bem apontará caminhos para meus problemas. Eu cultivo a responsabilidade e quero, de verdade, melhorar. Largo o egoísmo e passo a ter uma visão mais profunda da vida. Supero o julgamento e observo melhor a natureza das coisas.

Estou despertando e quero ir pelo caminho mais prático. Eu me sinto inspirada por essa grande luz da vida. Tenho dentro de mim o empenho de acertar, a humildade de assumir meus próprios erros, o desapego. A vida me dá essa lucidez. E essa lucidez me faz perceber o que meu espírito quer.

Se eu estou falhando, meu espírito vai me mostrar. E eu vou passar a entender muita coisa. Meu espírito precisa da lucidez para se realizar, então, vou sentir a mente aberta. Digo e repito: eu sou ótima, eu não aceito a maldade que este mundo quer colocar em mim. Não aceito que apontem meus defeitos! Eu sei que tenho pontos a melhorar, mas não defeitos.

Quero desenvolver comigo uma relação forte e boa. Quero ter autoconfiança e ser quem sou. Preciso assumir o que sinto, porque quero estar firme comigo. Sei que, a partir disso, tudo dará certo. Eu sou o que sou ? basta! Não quero me condenar mais. Isso é ignorância. Quero refletir, olhar mais fundo. Não quero mais essa visão curta, achar que os outros sabem mais que eu.

Quero dizer que estou muito aberta para enxergar o que for preciso. E sei que, para ver a verdade, devo ser bastante corajosa. Não quero dar trabalho para mim mesma. Não quero escolher o caminho mais difícil. Quero apenas trabalhar o bem e aproveitar a vida. Sou da paz, da cooperação. Porque isso é uma opção. Vou optar pela mansidão e pela inteligência. É nesse clima que eu quero ficar, porque essa é minha atitude.

Terça-feira, 27 de setembro de 2011 às 9:05

Água para Todos, inclusão social e expansão das Unidades Básicas de Saúde

Conversa com a Presidenta A coluna Conversa com a Presidenta desta semana – publicada nesta terça-feira (27/9) em 198 jornais e revistas no Brasil e no exterior – traz perguntas sobre a construção de Unidades Básicas de Saúde, a política de inclusão social para moradores de rua e a expansão do Programa Água para Todos. De Petrópolis (RJ), o pedreiro Roberto Francisco de Assis quis informações a respeito do plano de expansão das Unidades Básicas de Saúde (UBS). Em resposta, a presidenta Dilma Rousseff informou que o governo federal está liberando recursos do PAC 2 para construir 2.122 novas UBS nas regiões prioritárias do Brasil Sem Miséria, que somam R$ 565 milhões.

Ela explicou que além de construir novas Unidades, o governo investirá R$ 1,13 bilhão, até 2014, para a reforma e ampliação de unidades em todos os estados e no Distrito Federal. Disse, ainda, que os municípios localizados em regiões de extrema pobreza, ou com baixo nível de renda por pessoa, terão prioridade.

“Isso porque uma das prioridades do meu governo é justamente ampliar e aprimorar a atenção básica, capaz de resolver 80% dos problemas de saúde, o que contribui para desafogar os hospitais. Atualmente, existem 38 mil UBS em funcionamento no país. Nelas, os usuários do SUS realizam consultas médicas, curativos, vacinas, exames laboratoriais, tratamento odontológico, são encaminhados para especialidades e recebem medicação básica (…). As prefeituras que pretendem reformar unidades devem acessar a página do Ministério da Saúde: www.dab.saude.gov.br.”

Mônica Batista Ferreira, pedagoga de São Paulo (SP), perguntou quais são os planos e projetos sociais para abrigar a população que mora nas ruas. A presidenta destacou que o Plano Brasil sem Miséria foi lançado exatamente para atender aos 16 milhões de brasileiros que ainda vivem hoje na extrema pobreza, o que inclui as pessoas que vivem nas ruas. Para chegar até elas – continuou a presidenta – o governo apostou na Busca Ativa, constituída por equipes de profissionais que vão localizar e incluir essas pessoas no Cadastro Único para serem apoiadas por meio do Bolsa Família, do Benefício de Prestação Continuada e inseridas no mercado de trabalho.

“Além disso, desde 2007, em parceria com os municípios, nós implantamos 73 centros de referência e outros 28 estão em fase de implantação. A meta é chegar a 250 centros. Esses espaços funcionam ligados aos serviços de acolhimento. Com isso, o caminho está traçado, para garantir a essas pessoas dignidade e cidadania.”

27 de setembro de 2011

SINDICATO DE ACS E ACE RUMO A VIGILIA EM BRASILIA


Divulgação do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil

Postado: Diamante em foco

O SINASCOM- Sindicato de Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate as Endemias estará nos dias 03,04 e 05 de outubro em Brasília numa grande mobilização nacional pela regulamentação de emenda constitucional 63/2010. Está Emenda garante um Piso Nacional para agentes de saúde e agentes de endemias. Será um grande ato onde esta previsto a presença de cerca de 10 mil agentes de saúde e agentes de combate as endemias.
O SINASCOM vai está lá. O vale do Piancó não se curva em nenhum momento disse Manoel Miguel Alves Presidente do Sindicato. Vamos está lá opinado em conjunto com todo os sindicatos,federações,associações,confederações e simpatizantes da nossa luta.
Já esta confirmado as presença do Presidente Manoel Miguel e Severino Pereira Gomes, vice presidente do sindicato.

Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Você deixa os outros esperando?

Posted: 22 Sep 2011 06:34 PM PDT

Hoje, tenho como objetivo colocá-lo na “cadeirinha de pensar”. Sabe aquela tática que utilizamos com as crianças para que elas reflitam suas atitudes? Pois é, nós adultos precisamos fazer isso mais vezes.
Você já parou para pensar como andam seus compromissos? E mais do que isso, como andam os seus resultados? Seu comprometimento com as pessoas? Neste momento, quantas pessoas estão aguardando um retorno seu? Seja um relatório, um projeto, um e-mail, um telefonema, enfim. Alguma coisa que você assumiu fazer e por pura falta de organização acabou não fazendo.
Tenha muito cuidado, pois você pode estar perdendo grandes oportunidades frente a sua rede de contatos e comprometendo a sua credibilidade, pois a partir do momento que você começa a criar uma imagem de quem não cumpre seus compromissos, as pessoas começarão a repassar a atividade para alguém que faça, e o faça dentro do prazo.

Veja que é muito simples, basta você se organizar para dar retorno, para responder aquele e-mail que está parado na sua caixa há mais de uma semana e que você olha para ele todos os dias e diz: “Assim que der eu respondo.” E do outro lado tem alguém esperando um retorno, uma resposta para dar andamento a um projeto. Reflita sobre isso, e passe a agir diferente para obter melhores resultados.
Pense nisso!
Fonte:Gabriel Colle, Palestrante e ConsultorEmpresarial

publicado em 25/09/2011 às 12h08:Rede Brasil

Casos de coqueluche no país dobraram
no primeiro semestre deste ano

Até agosto, foram registrados 583 diagnósticos, contra 291 no ano passado

O número de casos confirmados de coqueluche no país dobrou no primeiro semestre deste ano em comparação a todo o ano de 2010. Até agosto, foram registrados 583 casos, contra 291 no ano passado, segundo dados do Ministério da Saúde. São Paulo foi um dos estados com maior registro de casos da doença, passando de 176, em 2010, para 183 casos, em 2011. As crianças são o grupo mais suscetível à coqueluche.

Apesar do aumento de casos este ano, o ministério nega um surto da doença no país. De acordo com o governo federal, a cada cinco anos, ocorre uma elevação no número de casos e, depois, eles voltam a cair. A sazonalidade está relacionada ao percentual de cobertura vacinal das crianças a cada ano, já que estima-se que 5% das crianças deixam de ser vacinadas e, com decorrer do tempo, ocorre um acúmulo de pequenos sem proteção.

O calendário prevê a vacina contra a coqueluche junto com a de difteria e tétano, a partir dos 2 meses de idade até os 7 anos de idade e protege por quase uma década. Não há previsão de vacinação para adultos.

O governo não cogita incluir a vacina para adultos nos postos de saúde por não considerar uma estratégia eficiente, já que menos de 30% da população adulta aderem às campanhas de vacinação. A recomendação das autoridades de saúde é reforçar a vacina entre as crianças e que os pais atualizem o cartão de vacinação dos filhos. O ministério destaca que, na década de 90, o país registrava mais de 15 mil casos de coqueluche por ano. Com o uso da vacina, os números passaram a decrescer.

Para o pediatra da APM (Associação Paulista de Medicina), José Hugo Pessoa, o aumento de casos de coqueluche está relacionado à transmissão da doença dos adultos para as crianças. Na fase adulta, a coqueluche se manifesta de forma leve e, muitas vezes, é confundida com outras doenças. Por isso, os adultos podem transmiti-la às crianças sem saber. Na infância, principalmente entre os menores de um ano de idade, há maior risco de complicações, como o desenvolvimento de pneumonia.

- Nos adultos, a gravidade é pouca. Nos primeiros meses de vida, tem mais complicações. É um sinal de alerta.

Causada pela bactéria Bordetella pertussis, a coqueluche atinge o sistema respiratório provocando acessos de tosse em uma única respiração, conhecida como tosse comprida. Outros sintomas são dificuldade de respirar e vômitos pós-tosse. A doença é transmitida ao falar, tossir ou espirrar.

OMS alerta para o que chama de ‘a globalização de um estilo de vida não saudável’

Publicado em setembro 26, 2011 por HC

Milhões de vidas podem ser salvas por ano. É o que a ONU diz que poderia ser alcançado se os governos se comprometessem a adotar simples iniciativas preventivas de doenças não transmissíveis, como as doenças cardiovasculares e respiratórias, o diabetes ou o câncer. Elas causam, entre todas, 63% dos 58 milhões de mortes que ocorrem por ano no mundo, segundo dados apresentados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) na cúpula temática que a ONU realiza desde quarta-feira (21), coincidindo com a presença dos chefes de Estado e de governo que participam da Assembleia Geral. Nos EUA e na Espanha essa proporção é de nove em cada dez. Reportagem de Sandro Pozzi, em El País.

Só o câncer mata 7,6 milhões de pessoas por ano. Como indica a ONU, é mais que a Aids, a malária e a tuberculose juntos. A estas somam-se 17 milhões que morrem de infartos ou outras doenças cardíacas, e 1,3 milhão por causa do diabetes. Outro dado: 9 milhões de pessoas morrem por uma doença não contagiosa antes de chegar aos 60 anos.

Mas como indicam nesse organismo, são as doenças infecciosas, muito menos frequentes, as que recebem atenção. A princesa jordaniana Dina Mired, que interveio em nome da sociedade civil, salientou que ao falar das doenças crônicas se comete uma “injustiça de rotulagem”. “Não afetam só as sociedades ricas”, por isso ela crê que devem ser reconhecidas como “epidemia, e não um desafio”.

A reunião de alto nível pretende de fato servir para evidenciar um problema crescente nos países em desenvolvimento devido ao consumo de tabaco, o sedentarismo e a obesidade. “É uma situação de emergência em câmera lenta”, advertiu o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em seu apelo à colaboração, incluindo a indústria farmacêutica.

Como disse Ban, desta vez não se trata de combater um vírus ou uma bactéria, mas de atacar os “maus hábitos” das sociedades modernas que podem ser enfrentados com medidas não muito caras e de forma preventiva. As estatísticas, ele indicou, “são alarmantes”. E referiu-se aos 17% de aumento de mortes previstos para a próxima década.

Margaret Chan, diretora-geral da OMS, reiterou que essa primeira reunião “deve ser um chamado de atenção” para os governos. “Sabemos o que se aproxima”, disse. “A ignorância e a inércia devem ser relevadas por ações concretas sem demora”, para combater o que qualificou como “a globalização de um estilo de vida não saudável”. “A obesidade mostra que algo vai mal.”

Uma simples mudança de estilo de vida, acrescentam os especialistas, é suficiente para reduzir significativamente o risco. Segundo a OMS, é possível salvar 30 milhões de vidas em uma década apenas reduzindo o consumo de tabaco e de sal, ou com tratamentos preventivos. Mas é no acesso aos medicamentos que o debate se torna intenso.

“Felizmente pude viajar para salvar meu filho com leucemia”, disse a princesa diante do plenário. “A grande maioria não pode”, ressaltou, dizendo ao fórum que “a disparidade de tratamento é inaceitável. Não é só uma questão de escolha ou preferência de estilo de vida. Trata-se de fornecer medicamentos essenciais aos que necessitam já.”

Os tratamentos, reiterou Ban, devem ser acessíveis. Por isso fez um apelo à indústria para que se envolva mais. Um setor em que as farmacêuticas chinesas e indianas começam a entrar no comércio global, com cópias genéricas mais baratas que podem travar a batalha com as farmacêuticas ocidentais e os dirigentes dos países ricos.

O governo de Barack Obama, segundo revela “The New York Times”, tenta frear os esforços dos países pobres para alcançar um acordo internacional que lhes permita importar esses medicamentos sem restrições. O argumento de Washington é que não são tão urgentes quanto a epidemia de Aids e devem-se principalmente a um estilo de vida.

A declaração política pactuada na ONU, de fato, não faz referência a essa questão. E, embora tente galvanizar a ação dos governos nos próximos anos, evita estabelecer objetivos e não cria um fundo para financiar iniciativas, como se fez para combater a Aids ou a malária. Também não está claro como o setor privado poderá se envolver, diante do clima econômico adverso.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

Reportagem de El País, no UOL Notícias.

Aos nossos amigos de Brasília Ao longo de...
Samuel Camêlo

26 de setembro de 2011 13:37
Aos nossos amigos de Brasília

Ao longo de nossa militância, em ações reivindicatórias, muitas vezes nos deparamos com ACS e ACE desesperados devido ausência de garantias de direitos e até mesmo de perspectivas de futuro. Em alguns casos, manifestam atributos de cobranças sobre as lideranças, quer sindicatos ou associações. Contudo, em momentos onde o apoio é fundamental, não podemos esquecer que a responsabilidade é de todos. Quando um trabalhador decide não participar do movimento reivindicatório, manifesta a sua escolha e abre mão de seu direito de cobrar, reclamar, reivindicar etc. A submissão ao que lhe for imposto pela gestão, nesse contexto, será a sua companheiro. Isso é o que pensamos!

Não só Brasília mas no país inteiro, sem mobilização não chegamos a nenhum lugar!