terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Fim do 13º salário

Aprovado o fim 13º salário pela Câmara dos Deputados!!!
Falta apenas a aprovação do Senado!


Enquanto a gente se distrai com a Copa do Mundo, o Congresso continua votando outros assuntos de nosso interesse e a gente nem percebe.....vejam essa:
Fim do 13º já foi aprovado na Câmara dos Deputados pelos partidos: PFL, PMDB, PPB, PPS, PSDB, e encaminhado para a aprovação do Senado.
Para conhecimento, O fim do 13º salário já foi aprovado na Câmara para alteração do art. 618 da CLT. Provavelmente será votado após as eleições, é claro....
A maioria dos deputados federais do PFL e PSDB, estão neste momento tentando persuadir junto ao Senado, a aprovação do fim do 13º salário, bem como, a extinção da Licença de Férias.
As próprias mordomias e as vergonhosas ajudas de custo de todo tipo que recebem, eles não cortam.
Conheça os nomes dos digníssimos deputados que votaram a favor deste Projeto em todo Brasil.

01- INOCÊNCIO OLIVEIRA - PFL
02- JOEL DE HOLLANDA - PFL
03- JOSÉ MENDONÇA BEZERRA - PFL
04- OSVALDO COELHO - PFL
05- ARMANDO MONTEIRO - PMDB
06- SALATIEL CARVALHO - PMDB
07- PEDRO CORRÊA - PPB
08- RICARDO FIÚZA - PPB
09- SEVERINO CAVALCANTE - PPB
10- CLEMENTINO COELHO - PPS
11- CARLOS BATATA - PSDB
12- JOÃO COLAÇO - PSDB
13- JOSÉ MÚCIO MONTEIRO - PSDB

DIVULGUEM!!!Agora, enquanto isso, eles distraem a gente com referendos ridículos! E, nas votações que realmente importam, não nos cabe participar?
É hora de acordar antes que seja tarde demais!!!
NINGUÉM É TÃO FORTE QUANTO TODOS NÓS JUNTOS!!!
Divulguem!!! E não fique só reclamando do nosso país!!!

Teste rápido de gravidez nas UBS

Ministério da Saúde garantirá teste rápido de gravidez em UBS


Exame permite diagnóstico ágil e possibilita que a mulher comece o pré-natal assim que a gravidez é confirmada

Da Agência Saúde

As mulheres que buscarem assistência no Sistema Único de Saúde (SUS) para confirmar a gravidez terão atendimento diferenciado. O teste será oferecido inicialmente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de sete estados, o teste rápido de gravidez. O investimento do Ministério da Saúde para o financiamento dos exames – previstos na estratégia Rede Cegonha – chegam a R$ 312 mil e são destinados à aquisição de mais de 500 mil testes.
Os recursos, garantidos por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União, foram direcionados, inicialmente, aos estados de Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo. Esses estados estão com o plano de ação da Rede Cegonha finalizado ou em fase de finalização. Até 2014, serão mais de cinco milhões de testes financiados pelo governo federal, cujo investimento irá ultrapassar R$ 3 milhões e alcançará todo o país.
“Esse teste garante diagnóstico rápido e possibilita que a mulher comece o pré-natal assim que a gravidez é confirmada. Além disso, favorece ações de planejamento reprodutivo para as mulheres com resultado negativo de gravidez”, afirma a coordenadora da área técnica da Saúde da Mulher, Esther Vilela. O teste tradicional demanda de um a cinco dias para a conclusão do resultado. Já com o teste rápido, o resultado fica pronto, em média, cinco minutos após a coleta da urina.
REDE CEGONHA – A oferta de teste rápido de gravidez pelo SUS está inserida na estratégia da Rede Cegonha, que consiste numa rede de cuidados que visa assegurar à mulher o direito ao planejamento reprodutivo bem como atenção humanizada durante a gravidez, o parto e após o nascimento do bebê. A rede também prevê, à criança, o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.
A oferta do teste rápido de gravidez faz parte do componente de pré-natal da Rede Cegonha, cujo objetivo é garantir o acolhimento, a ampliação do acesso aos serviços de saúde e a melhoria da qualidade do pré-natal. Nesse componente estão incluídas outras ações, como a qualificação do profissional de saúde que atua na Atenção Básica, a oferta do teste rápido de sífilis, a ampliação da oferta de outros exames durante a gestação e a visita à maternidade de referência durante o pré-natal, entre outras medidas.

Portaria 3.019 - ações de dengue

PORTARIA Nº 3.019, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2011
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Legislações - GM
Qui, 22 de Dezembro de 2011 00:00
PORTARIA Nº 3.019, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2011

Autoriza o repasse dos valores de recursos federais, relativos ao incentivo de qualificação das ações de dengue, para o ano de 2011, na forma dos Anexos, destinados à composição do Piso Variável de Vigilância e Promoção da Saúde dos Estados do AC, BA, GO, MA, MG, PA, RN, RO, SP e TO.

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único, do art. 87 da Constituição, e

Considerando a Portaria nº 3.252/GM/MS, de 22 de dezembro de 2009, que aprova as diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios; e

Considerando a Portaria nº 2.557, de 28 de outubro de 2011, que Institui no Piso Variável de Vigilância e Promoção da Saúde (PVVPS) do Componente de Vigilância e Promoção da Saúde, no ano de 2011, o incentivo financeiro para qualificação das ações de prevenção e controle da dengue destinado ao Distrito Federal e Municípios prioritários e define normas relativas a este recurso, resolve:

Art. 1º Fica autorizado o repasse dos valores de recursos federais, relativos ao incentivo de qualificação das ações de dengue, para o ano de 2011, na forma dos anexos, destinados à composição do Piso Variável de Vigilância e Promoção da Saúde dos Estados do AC, BA, GO, MA, MG, PA, RN, RO, SP e TO, em acordo com as resoluções das Comissões Intergestores Bipartite encaminhadas.

Art. 2º O Fundo Nacional de Saúde adotará as medidas necessárias para a transferência dos recursos em parcela única para os Fundos do Distrito Federal e Municipais de Saúde.

Art. 3º Os créditos orçamentários, de que tratam a presente Portaria, correrão por conta do orçamento do Ministério da Saúde, devendo onerar o Programa de Trabalho 10.305.1444.20AL – Incentivo Financeiro aos Estados, Distrito Federal e Municípios para a Vigilância em Saúde.

Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

ANEXO

ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA

Gravidez e obesidade

26/12/2011

Mitos e verdades sobre gravidez e obesidade juntas

Emily Boynton

Mitos e verdades sobre gravidez e obesidade juntas
Obesidade e gravidez juntas apresentam um conjunto único de desafios que as mulheres devem enfrentar para alcançar o melhor resultado possível para si mesmas e para seus bebês.[Imagem: University of Rochester]

Gravidez com obesidade

Ironicamente, apesar da ingestão calórica excessiva, muitas mulheres obesas são deficientes em vitaminas vitais para uma gravidez saudável.

Mas há muitas outras estatísticas alarmantes que surgem quando obesidade e gravidez coincidem.

Juntas, elas apresentam um conjunto único de desafios que as mulheres e seus médicos devem enfrentar para alcançar o melhor resultado possível para a mãe e para o bebê.

Na edição de dezembro da revista Seminários em Perinatologia, a especialista em medicina materna, Loralei Thornburg (Universidade de Rochester - EUA) revisa as principais mudanças e obstáculos relacionados à gravidez que as mulheres obesas podem ter de enfrentar antes do parto.

Mito ou Verdade?

"Embora você possa ter uma gravidez bem-sucedida com qualquer peso, as mulheres precisam entender os desafios que o seu peso irá criar e se tornar uma parceira no seu próprio tratamento, pois elas precisam conversar com seus médicos sobre a melhor forma de otimizar a sua saúde e a saúde de seu bebê," recomenda ela.

"Eu trato pacientes obesas o tempo todo, e embora nem tudo saia sempre exatamente como planejado, elas podem ter uma gravidez saudável," afirma a médica.

Os seguintes mitos e verdades destacam alguns dos obstáculos para se ter em conta antes, durante e após a gravidez com obesidade.

Alguns são bem comuns, mas alguns chegam a ser surpreendentes.

Muitas mulheres obesas apresentam deficiência de vitaminas

Verdadeiro.

Quarenta por cento são deficientes em ferro, 24% em ácido fólico e 4% em vitamina B12.

Esta é uma preocupação porque certas vitaminas, como o ácido fólico, são muito importantes antes da concepção, diminuindo o risco de problemas cardíacos e defeitos da coluna vertebral em recém-nascidos.

Minerais, como cálcio e ferro, são necessários durante a gravidez para ajudar os bebês crescerem.

A especialista afirma que a deficiência de vitamina tem a ver com a qualidade da dieta, e não com a quantidade.

Mulheres obesas tendem a fugir dos cereais fortificados, frutas e legumes, e comer mais alimentos processados, que são ricos em calorias, mas pobres em valor nutritivo.

"Assim como todo mundo, as mulheres que estão pensando em engravidar, ou estão grávidas, devem adotar uma mistura saudável de frutas e legumes, proteínas magras e carboidratos de boa qualidade," afirma.

Pacientes obesas precisam de ganhar pelo menos 7 quilos durante a gravidez

Meia verdade.

Em 2009, o Instituto de Medicina dos Estados Unidos revisou suas recomendações para ganho de peso gestacional de mulheres obesas de "pelo menos 7 quilos" para "de 5 a 9 quilos".

O detalhe é que, além de um menor limite inferior, agora há um limite máximo.

De acordo com pesquisas anteriores, as mulheres obesas com ganho de peso excessivo durante a gravidez têm um risco muito elevado de complicações, incluindo o nascimento prematuro, cesariana, falha na indução do parto, bebês grandes demais para a idade gestacional e recém-nascidos com baixo teor de açúcar no sangue.

Se uma mulher começa a gravidez com sobrepeso ou obesa, não ganhar muito peso pode de fato melhorar a probabilidade de uma gravidez saudável, ressalta a médica. Falar com seu médico sobre o ganho de peso adequado para a sua gravidez é fundamental, diz ela.

O risco de parto prematuro espontâneo é maior em obesas do que em não-obesas.

Mito.

Mulheres obesas têm maior probabilidade de parto prematuro recomendado - um parto antecipado por razões médicas, como diabetes materno ou pressão arterial elevada.

Mas, paradoxalmente, o risco de parto prematuro espontâneo - quando uma mulher entra em trabalho de parto por uma razão desconhecida - é, na verdade, 20% menor em obesas do que em não-obesas.

Não há explicação para o porquê disso, mas Thornburg diz que a hipótese corrente sugere que isto está provavelmente relacionado a alterações hormonais nas mulheres obesas que podem diminuir o risco de parto prematuro espontâneo.

Doenças respiratórias na obesidade aumentam risco de complicações não pulmonares na gravidez

Verdadeiro.

As doenças respiratórias na obesidade incluem a asma e apneia obstrutiva do sono, enquanto as complicações não-pulmonares na gravidez incluem o parto cesáreo e a pré-eclâmpsia (pressão alta).

Mulheres obesas têm taxas de complicações respiratórias mais elevadas, e até 30% têm uma exacerbação da asma durante a gravidez, um risco quase uma vez e meia maior do que as mulheres não-obesas.

De acordo com Thornburg, as complicações respiratórias representam apenas uma peça do quebra-cabeça dos problemas de saúde na obesidade, que aumenta a probabilidade de problemas na gravidez.

Ela salienta a importância de manter a asma e outras condições respiratórias sob controle antes de engravidar.

As taxas de amamentação são elevadas entre mulheres obesas

Mito.

As taxas de amamentação são baixas entre as mulheres obesas, com apenas 80% amamentando nos primeiros dias, e menos de 50% indo além de seis meses, ainda que a amamentação esteja associada com menor retenção de peso pós-parto.

Thornburg reconhece que pode ser um desafio para as mulheres obesas amamentarem.

Muitas vezes leva mais tempo para seu leite descer e elas podem ter menor produção, já que o tamanho do peito não tem nada a ver com a quantidade de leite produzido.

"Devido a estes desafios, as mães precisam ser educadas, motivadas e trabalharem com seus médicos, enfermeiros e profissionais de lactação para caprichar na amamentação. Mesmo que só seja possível fazer o aleitamento parcial, ainda é melhor do que amamentação nenhuma," conclui a médica.

Tratar derrame via oral

26/12/2011

Anticoagulante via oral já pode ser usado para tratar derrame

Com informações da Agência Brasil

Anticoagulante

O único anticoagulante de uso oral que pode ser tomado com outras medicações, a rivaroxabana, já pode ser usado para prevenção de doenças vasculares.

A liberação foi feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em estudos feitos com o medicamento, o risco de recorrência de trombose profunda caiu pela metade.

O medicamento poderá ser usado em intercorrências como acidentes vasculares cerebrais (AVC, ou derrames), embolia sistêmica em pacientes com arritmia cardíaca, como a fibrilação atrial, e no tratamento de tromboembolismo venoso (TEV), conhecido como trombose.

Fibrilação atrial

O Brasil é o país com maior número de mortes por derrame cerebral no continente.

São quase 130 mil casos todos os anos, segundo dados da Ispor (Sociedade Internacional de Farmacoeconomia, na sigla em inglês).

A fibrilação atrial é um tipo de arritmia cardíaca que atinge cerca de 1,5 milhão de brasileiros e é uma das principais causas de derrame cerebral, responsável por 20% de todos os casos registrados no país.

Tromboembolismo

O tromboembolismo venoso (TEV), que atinge entre uma e duas pessoas por grupo de mil habitantes no Brasil, compreende os casos de trombose venosa profunda (TVP) e de embolia pulmonar (EP).

É caracterizado pela obstrução total ou parcial da veia por um coágulo, que impede o retorno do sangue ao coração da forma correta.

Avaliação nutricional de crianças

13/12/2011

USP lança software para avaliação nutricional de crianças

Com informações da Agência Fapesp

USP lança software para avaliação nutricional de crianças
O programa é voltado para pesquisadores e profissionais de saúde que desejam conhecer mais sobre a nutrição infantil, embora o programa inclua vários outros dados, das condições socioeconômicas ao comportamento sexual.[Imagem: Divulgação]

Ferramenta de avaliação nutricional

Cientistas da USP criaram um programa de computador que vai ajudar a avaliar o consumo alimentar em crianças, principalmente entre 5 e 10 anos.

"Avaliar o consumo nessa faixa etária é muito difícil, pois as crianças estão em pleno desenvolvimento cognitivo e a memória é o que mais atrapalha a avaliação do consumo alimentar. Elas não respondem corretamente porque não se lembram ou não têm uma imagem construída do que comeram", explica Betzabeth Slater Villar, coordenadora do trabalho.

Segundo ela, o programa é um exemplo de aproximação da epidemiologia nutricional com a tecnologia da informação.

O programa, chamado Nutrisim, será uma ferramenta importante para pesquisadores da área da epidemiologia nutricional e da saúde.

Imagens dos alimentos

"O software vem acompanhado de um álbum fotográfico digital de alimentos. Se, por exemplo, a criança responder que consumiu leite durante o café da manhã, o Nutrisim abrirá uma nova janela, na qual constarão imagens de diferentes porções desse alimento. A criança irá, então, selecionar uma dessas porções para, em seguida, o programa gerar os valores nutricionais para aquela quantidade", explicou Villar.

A professora destaca que, paralelamente ao desenvolvimento do programa, foi realizado um estudo no qual se testou a usabilidade do Nutrisim tanto pelas crianças como pelos profissionais da informática.

"A pesquisa envolveu a relação do profissional e da criança com toda a interface do programa, leiaute, fotografias, perguntas e respostas. Com isso, observamos que as crianças menores de 10 anos ainda precisam de orientação para manuseio. Já para acompanhar o consumo dos menores, encaminhamos um pesquisador de campo, para auxiliá-los no manuseio do software," afirmou.

Além da alimentação

Além do consumo alimentar de escolares, Villar destaca que o programa ainda contempla questões relativas a estilo de vida, condições socioeconômicas, alimentação escolar, crescimento e desenvolvimento de escolares.

"O software inclui cerca de 12 instrumentos que acompanham o consumo. São questionários que avaliam o estado nutricional, a prática de atividades físicas, crescimento e desenvolvimento da criança, condições socioeconômicas, violência doméstica, uso de bebidas alcoólicas e drogas, insegurança alimentar e comportamento sexual", completou.

"Trata-se de um instrumento que poderá apoiar pesquisas epidemiológicas, incluindo grandes inquéritos e estudos multicêntricos, pois o programa produz uma base genérica capaz de ser adaptada de acordo com os objetivos de cada estudo", ressaltou a pesquisadora.

A professora destaca também que o Nutrisim - disponível em www.fsp.usp.br/nutrisim - pode ser acessado por toda a comunidade científica.

"O que fizemos foi propor um instrumento de formação de dados. No entanto, cada pesquisador irá decidir o que avaliar como, por exemplo, apenas saúde e atividade física para definir quantas crianças são ativas e inativas", concluiu.

Revista - última edição de 2011

Nova edição da Revista Saúde em Debate disponível para leitura

ENSP, publicada em 27/12/2011

A última edição de 2011 da revista Saúde em Debate, editada pelo Cebes, traz como tema central dos artigos 'Construir o SUS como política pública'. Esse número marca os 35 anos de existência (e resistência) da publicação.

O número 91 da revista discute no editorial a votação parlamentar sobre a regulamentação da Emenda Constitucional 29. Confira o texto de apresentação de Paulo Amarante, editor da publicação e pesquisador da ENSP.

A íntegra dos artigos está disponível aqui.

Londrina sai na frente

Prefeito anuncia gratificação de 25% para agentes comunitários de saúde

Posted: 27 Dec 2011 06:31 AM PST

Barbosa Neto também garantiu que prefeitura vai realizar concurso público para 350 vagas para agentes comunitários de saúde

O prefeito Barbosa Neto, secretário municipal de Saúde, Márcio Nishida, e o chefe de gabinete e secretário municipal de Governo, Marco Antonio Cito, anunciaram na tarde de hoje (26), a criação de gratificação salarial de 25% para os agentes comunitários de saúde (ACS) e de concurso público para a área.

Com a gratificação, os 440 agentes comunitários de saúde, participantes do Programa Saúde da Família, terão acréscimo salarial de R$ 186,11 a partir de fevereiro de 2012, passando a receber R$ 930,58 mensais. Segundo o prefeito de Londrina, este será um dos maiores salários pagos aos ACS em todo país.

Barbosa Neto também anunciou a abertura de concurso público para a área da saúde com preenchimento de 350 vagas para agentes comunitários até junho do próximo ano, além das 18 vagas para médicos municipais. Com essa iniciativa, a Prefeitura contará com 3.525 funcionários na saúde.

Durante a reunião realizada na Vila da Saúde, o secretário de Saúde, Márcio Nishida, disse que o município vai acabar com a terceirização dos serviços prestados e que a contratação de mais servidores significa melhor atendimento à população. “A saúde, em Londrina, 20 anos atrás era uma das melhores do Paraná e com essa iniciativa do prefeito vai voltar a ser referência no estado”, afirmou o secretário municipal de saúde.

Os 440 funcionários vão poder contar com outros benefícios como uniformes, reajustes de 7%, além do acréscimo salarial de 25%. O prefeito também afirmou que, com o concurso público, haverá redução na jornada de trabalho dos ACS para seis horas diárias e os funcionários passarão a ser estatutários, o que garante estabilidade no emprego público e o fim das contratações por tempo determinado.

O contrato dos agentes comunitários tem validade até abril de 2013, mas depois de homologado o resultado final do concurso público –que será realizado no próximo semestre- o contrato perde a validade e os novos servidores vão passar a assumir os trabalhos.

O chefe de gabinete e secretário municipal de Governo, Marco Antonio Cito, disse que a municipalização dos serviços e o acréscimo salarial significam uma conquista para os funcionários. ”Este é um momento histórico para Londrina, porque com o próximo concurso a saúde pública será feita pelo poder público”, afirmou Marco Cito.

Cerca de cem funcionários da área da saúde estavam presentes na reunião e agradeceram ao prefeito pelo reconhecimento do trabalho realizado e pela gestão aberta às reivindicações dos trabalhadores e londrinenses.

Fotos: Vivian Honorato

Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde (ACS e ACE)

Inibidores de apetite - esclarecimento

Anvisa esclarece população sobre inibidores de apetite

ENSP, publicada em 27/12/2011

Começa nesta terça-feira (27/12) uma ação de comunicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para esclarecer a população sobre a retirada dos inibidores de apetite do mercado. A campanha também chama a atenção para a necessidade da adoção de hábitos de vida saudáveis.

Nesta primeira fase, a ação será veiculada em rádios de nove capitais, no formato testemunhal, ou seja, feito pelo próprio apresentador do programa. Ao todo serão 43 rádios nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Porto Alegre e Salvador. As cidades foram avaliadas como prioritárias para atingir o público-alvo consumidor de emagrecedores.

O texto da mensagem que será transmitida no rádio lembra a população de que a melhor maneira de emagrecer é ter uma vida saudável, com alimentação balanceada e atividade física semanal. Em fevereiro, a segunda parte da campanha será veiculada nas TVs em rede nacional.

No último mês de outubro a Anvisa decidiu cancelar os registros dos medicamentos do tipo anfetamínicos, utilizados como inibidores de apetite. A decisão foi motivada pela reavaliação desses produtos, que demonstrou a ausência de dados positivos sobre sua eficácia e segurança. Na mesma ocasião, a Anvisa definiu regras mais rígidas para o medicamento Sibutramina, utilizado no tratamento da obesidade.

Imagem capa: Ministério da Saúde


Fonte: Ministério da Saúde (MS)

Novo site

Rede de Escolas em Saúde Pública ganha novo site

ENSP, publicada em 27/12/2011

Isabela Schincariol

Já está no ar a nova página eletrônica da Rede de Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública. Com muitas novidades e ferramentas interativas, esse novo espaço tecnológico de compartilhamento foi totalmente reformulado e traz informações atualizadas sobre cursos, projetos, eventos, recursos de aprendizagem, agenda de encontros, notícias e também um local para compartilhamentos, fóruns, depoimentos e discussões sobre temas afins entre as 42 escolas e centros formadores que compõem a Rede. O objetivo da Rede - que tem sua secretaria executiva sob responsabilidade da ENSP - é promover a reflexão e o compartilhamento de experiências visando o fortalecimento das Escolas de Governo do SUS e a conformação de uma rede com ênfase nas estratégias de formação para o SUS, nos mecanismos de gestão de ensino da saúde pública de expressão nacional, na gestão do conhecimento e na incorporação de novas tecnologias de ensino.

A Rede de Escolas e Centros Formadores de Saúde Pública é um espaço de diálogo permanente entre essas instituições de ensino no Brasil. Ela é comprometida com uma cultura de cooperação, favorecendo a construção compartilhada, a circulação de conhecimentos e o desenvolvimento de competências no interior do Sistema de Saúde e da Rede de Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública.



Articulando escolas ligadas aos sistemas estaduais e municipais de saúde e centros universitários engajados nessas atividades nas cinco regiões do país, a Rede de Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública privilegia e promove o fortalecimento de vínculos já existentes e a criação de novos vínculos; olhares diferentes sobre o mesmo fenômeno; a capilaridade e disseminação das informações; a democratização das informações; a desarticulação da pirâmide clássica; o manejo de produtos relativamente uniformes considerando o nível de autonomia; o alcance de lugares bastante heterogêneos; o respeito às singularidades locais; o sentimento de pertencimento ao trabalho em grupo; o fortalecimento de expertises; a superação do trabalho isolado e fragmentado; e a pulverização de esforços e recursos destinados à formação em saúde.

O site da Rede foi desenvolvido pela equipe de analistas de Tecnologia de Informação da Coordenação de Comunicação Institucional (CCI/ENSP). Em maio de 2011, o Nodo-Brasil do Campus Virtual de Saúde Pública (CVSP) iniciou uma cooperação técnica com a Rede de Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública com a finalidade de disponibilizar materiais on-line e utilizar as ferramentas web do CVSP, buscando assim integrar as iniciativas das escolas e dar maior visibilidade à produção dos institutos. A Universidade Aberta do SUS é igualmente ligada ao Nodo-Brasil do CVSP.

Com a integração entre os três projetos - CVSP, UNA-SUS e Rede de Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública -, a Rede do CVSP ganha maior visibilidade de ações e, com isso, será possível a utilização de um repositório institucional para aporte de materiais, troca de experiências através das comunidades virtuais, oferta de cursos por meio da Plataforma Moodle, bem como a divulgação de notícias e eventos para toda a Rede Internacional do CVSP/Opas e para a internet como um todo.

A Rede tem sua secretaria executiva sediada na Escola Nacional de Saúde Pública e está sob a coordenação da pesquisadora da ENSP Tânia Celeste Matos Nunes. É formada por uma secretaria executiva, um grupo de condução e um conselho consultivo, que é composto, por sua vez, pela Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde (Segetes/MS), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasens). Esse corpo técnico se propõe a impulsionar os processos diretivos da Rede, acompanhando sua evolução e sugerindo programas de renovação.

Essas 42 instituições que formam a Rede se reconhecem como espaços favoráveis à construção de consensos em torno de uma educação permanente que valorize a transformação das práticas profissionais e da organização do trabalho e que fortaleça o controle social.