domingo, 28 de abril de 2013

Vergonha!!!!!!!!!!!!!!!


SINDACS/RS EM BENTO GONÇALVES


SINDACS/RS EM BENTO GONÇALVES

Na manhã do dia 22/04 o Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul - SINDACS/RS compareceu na Audiência da Vara do Trabalho da cidade de Bento Golçalves. O sindicato representados pelo o Diretor Consultivo Rafaeli Marques da Silva e a Dra. @[1508062823:2048:Simone Domingues] assessoria juridica cobram na justiça do trabalho o pagamento de salários atrasados de aproximadamente 90 agentes de saúde contratos pela Fundação Araucária. Hoje com os salários em dia foi marcado outra audiênica no mês de setembro, onde será apresentado o calculo de multas à fundação pelo atraso de salários. O Juíz da vara do trabalho encaminhou a ação para investigação ao Minsitério Público em razão do município de Bento Gonçalves não estar repassando à fundação os recursos do Ministério da Saúde para o pagamento de salário dos agente de saúde.


24/04/13

SINDACS/RS
Na manhã do dia 22/04 o Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul - SINDACS/RS compareceu na Audiência da Vara do Trabalho da cidade de Bento Golçalves. O sindicato representados pelo o Diretor Consultivo Rafaeli Marques da Silva e a Dra. Simone Domingues assessoria juridica cobram na justiça do trabalho o pagamento de salários atrasados de aproximadamente 90 agentes de saúde contratos pela Fundação Araucária. Hoje com os salários em dia foi marcado outra audiênica no mês de setembro, onde será apresentado o calculo de multas à fundação pelo atraso de salários. O Juíz da vara do trabalho encaminhou a ação para investigação ao Minsitério Público em razão do município de Bento Gonçalves não estar repassando à fundação os recursos do Ministério da Saúde para o pagamento de salário dos agente de saúde.

24/04/13

Fonte: SINDACS/RS

Dengue em MG


Secretaria de Saúde de Cataguases investiga a morte de um homem por dengue


Publicação: 26 de abril de 2013


Casos de dengue já chegam a 64.238 em todo o Estado

Um homem de 30 anos morreu com suspeita de dengue hemorrágica em Cataguases, na Zona da Mata. O hospital do município não informou a data do óbito. A Secretária de Estado de Saúde não se pronunciou sobre o assunto.

Situação em Minas
O balanço divulgado no dia 20 de abril, pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), informa que, em apenas uma semana, Minas registrou quase 12 mil novos casos de dengue – elevando o número de infectados para 64.238, somente neste ano. O número de óbitos no Estado já chega a 48. Cinco novas mortes podem ser contabilizadas – três sob análise e uma confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) da capital, ainda não incluída na lista do governo estadual e a última ocorrida em Cataguases.
 
Confira a reportagem da TV INTEGRAÇÃO, clique aqui

Controlar


Posted: 26 Apr 2013 05:11 AM PDT
Reduzir o sal e praticar exercícios é apenas o começo para controlar a pressão alta
 
O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão, comemorado em 26 de abril, reforça que essa é uma doença grave, com consequências alarmantes. Responsável por 9,4 milhões de milhões de mortes no mundo, segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde, a hipertensão arterial atinge 22,7% da população brasileira, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Além disso, a hipertensão é responsável por 40% dos infartos, 80% dos casos de acidentes vascular cerebral (AVC) e 25% dos casos de insuficiência renal terminal no país.

Com objetivo de alertar a sociedade para o cuidado com a pressão alta, a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), com o apoio do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Cardiologia e Sociedade Brasileira de Nefrologia, faz anualmente um alerta à população sobre a importância da medição da pressão arterial, prevenção e a manutenção do tratamento. "Nós queremos mostrar qual é a influência direta da pressão arterial na vida de uma pessoa e o que ela ganha medindo a pressão regularmente e adotando hábitos de vida saudáveis", explica o presidente da entidade, o cardiologista Roberto Franco.

A Campanha 2013 terá como tema "Benefícios de ser Menos Pressão". Por se tratar de uma doença silenciosa, a hipertensão muitas vezes encontra problemas desde o diagnóstico da doença até a aderência ao tratamento pelo paciente. A ideia da nova campanha é mostrar quais são os benefícios práticos de se prevenir e controlar a pressão arterial. "Esse é um dos grandes problemas da hipertensão, por ser uma doença assintomática, os pacientes por diferentes motivos tendem a abandonar o tratamento, tanto a modificação dos hábitos de vida quanto a tomada da medicação propriamente dita", explica a nefrologista Frida Plavnik, diretora científica da Sociedade Brasileira de Hipertensão.

Pouca aderência ao tratamento
Segundo dados da SBH, menos de 20% dos brasileiros hipertensos mantém aderência ao tratamento ao longo dos anos. Com base nisso, a organização irá lançar uma pesquisa nacional junto à classe médica e aos pacientes para identificar quais são as razões que os levam ao abandono do tratamento. "Essa pesquisa é extremamente importante, pois a partir dela identificaremos as razões desse comportamento dos brasileiros", explica Frida. "Com isso, conseguiremos trabalhar direto no foco do problema, por meio de campanhas educativas e contínuas, tanto com médicos quanto com a população em geral." A pesquisa será realizada em conjunto com a Sociedade Argentina de Hipertensão e dará um panorama do problema em dois países da América do Sul.

Jovens e idosos
As estimativas da SBH apontam que a doença atinge 59,7% das pessoas na terceira idade e 6% das crianças e jovens brasileiros. Médicos do Instituto do Coração (Incor) alertam que, sem diagnóstico precoce, a população jovem corre o risco de no futuro fazer aumentar uma estatística que já é alarmante. Pensando nisso, o Incor fará Campanha de Prevenção da Hipertensão com diagnóstico da doença em pais e seus filhos maiores de 14 anos, seguida de orientação de como se alimentar de forma saudável e dicas simples para combater o sedentarismo no dia a dia. Os médicos do Incor estarão disponíveis nesta sexta-feira (26) para dar orientações à população, das 9h às 17h, na unidade da Av. Dr. Eneas Carvalho de Aguiar, 44, em São Paulo. O telefone para mais informações é o (11) 3069-5000.

Siga 30 passos e fique longe da hipertensão
A nefrologista Kátia Ortega, da Sociedade Brasileira de Hipertensão, afirma que a obesidade e o sedentarismo são os principais fatores de riscos para a doença. "No entanto, existem diversas hábitos e condições de saúde que podem contribuir para o quadro", diz. O cuidado para prevenção e controle da doença é diário.
 
Confira abaixo a estratégia numa lista de 30 dicas para combater a doença: 
 
mulher medindo a pressão - Foto Getty ImagesVerifique a sua pressão
A Sociedade Brasileira de Hipertensão recomenda que mesmo quem não sofre de hipertensão precisa ficar atento e aferir (medir) a pressão ao menos uma vez por ano, ajudando na prevenção e tratamento da doença. O ideal é que a pressão arterial esteja abaixo de 120x80, sendo mais do que isso considerado de risco. Sua pressão arterial é saudável?
 
Pai, filho e neto - Foto Getty ImagesObserve seu histórico Familiar
Segundo o estudo realizado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, mais de 80% das pessoas com hipertensão possuem histórico familiar da doença. "Verificar a incidência da hipertensão e outros membros da família pode ajudar a pessoa a manter os bons hábitos desde cedo, se prevenindo contra uma doença que muitas vezes não apresenta qualquer sintoma", afirma o cardiologista Ivan Clordovil, do Instituto Nacional de Cardiologia.
 
homem medindo a cintura com uma fita métrica - Foto Getty ImagesDe olho na cintura!
Controlar o peso é o primeiro passo para prevenir e tratar a hipertensão. Além disso, pessoas com uma circunferência abdominal acima do recomendado usualmente apresentam resistência à insulina. "Para o organismo manter os níveis de glicose no sangue normais, é necessário um excesso de produção de insulina, contribuindo para elevar a pressão arterial", afirma o cardiologista Willian. De acordo com o médico, a circunferência máxima admitida como normal para mulheres é 88 centímetros e para homens 102 centímetros.  
 
saleiro aberto virado na mesa - Foto Getty ImagesReduza o consumo de sal pela metade
Segundo o cardiologista Ivan Cordovil, do Instituto Nacional de Cardiologia, o brasileiro come aproximadamente o dobro do que deveria de sal, alimento que é principal fonte de sódio, um dos vilões da pressão alta. "Alguns alimentos já tem quantidades de sal, por conta disso a recomendação é acrescentar apenas três gramas de sal às nossas refeições por dia", diz.

O cardiologista Ivan explica que uma colher rasa de café tem aproximadamente um grama de sal, podendo ser usada como medida - duas colheres no almoço e uma no jantar, por exemplo. "O uso excessivo de sal levará a um aumento do sódio na pressão sanguínea, que vai reter o liquido presente sangue, aumentando a produção de liquido pelo organismo e consequentemente elevando a pressão arterial", explica Ivan Cordovil. Para reduzir o consumo de sal, opte por temperos naturais nas refeições como ervas e azeite de oliva.
 
casal caminhando - Foto Getty ImagesPratique exercícios físicos
A atividade física é essencial para o controle da pressão arterial. "Praticar uma hora de exercício cinco dias por semana já é capaz de reduzir peso e baixar a pressão arterial sistólica - é a pressão máxima do ciclo cardíaco, e ocorre quando o coração bombeia o sangue para o corpo", explica o membro do Instituto Nacional de Cardiologia Ivan Cordovil. Ele conta que a prática de atividade física libera substâncias vaso dilatadoras, que auxiliam no controle da pressão. "Podem ser exercícios aeróbicos, musculação, qualquer atividade que tire o indivíduo do sedentarismo e respeite seus limites, de acordo com a idade e condições físicas."
 
homem dormindo - Foto Getty ImagesProcure dormir melhor
Pessoas que sofrem com distúrbios do sono, principalmente a apneia, tem mais chances de sofrer com hipertensão arterial e insuficiência cardíaca congestiva, ou seja, o coração não consegue bombear o sangue para o resto do corpo. O odontologista especialista em apneia Fausto Ito, membro da Associação Brasileira do Sono, explica que a passagem do ar pela faringe fica obstruída durante o episódio de apneia e, por causa disso, o organismo libera adrenalina como reação de defesa. "Em resposta à descarga de adrenalina, os vasos sanguíneos se contraem e há menos espaço para o sangue circular, aumentando a pressão", diz.
 
mulher segurando diversos tipos de remédios - Foto Getty ImagesCuidado com o uso de medicamentos
Existem diversos remédios que podem aumentar a pressão arterial. De acordo com o cardiologista Alexandre Murad Neto, da clínica Delboni, em São Paulo, antidepressivos, anticoncepcionais orais, anti-inflamatórios, corticoides, sibutramina e dilatadores nasais são alguns exemplos de medicamentos que alteram a pressão arterial. "Por isso é de extrema importância que se consulte um médico antes de começar a tomar qualquer tipo de medicamento", afirma.
 
mulher estressada - Foto Getty ImagesEstresse
Situações de estresse ocasionam o aumento momentâneo da pressão arterial, como resposta às sobrecargas físicas e emocionais do indivíduo. O cardiologista Willian Esteves, do Hospital Vera Cruz, conta que alguns dados apontam que o estresse psicológico crônico tem influência no desenvolvimento de hipertensão. "Porém, é necessária a presença de outros fatores de risco para desenvolvimento da hipertensão que coexistem com o estresse, como o sedentarismo e a obesidade."
 
mulher verificando a glicemia - Foto Getty Images Diabetes
Diabetes e hipertensão arterial são duas alterações clínicas que costumam caminhar em conjunto. O cardiologista José Luiz conta que é comum ocorrerem alterações vasculares nas pessoas com diabetes, com interferência na função renal do paciente. "Esse descontrole leva a descompensação da pressão arterial e piora as situações clínicas", diz. Além disso, a resistência à insulina favorece a entrada de sódio nos vasos sanguíneos, aumentando a pressão arterial. "Por isso, manter níveis de glicemia adequados previne as alterações vasculares do paciente, com resultados benéficos para a hipertensão", completa José Luiz.
 
pote de vidro com amêndoas - Foto Getty ImagesConsumir mais amêndoas e nozes
Por serem boas fontes de magnésio, amêndoas e nozes atuam como vasodilatadores (capacidade de aumentar os vasos sanguíneos), auxiliando no controle da pressão arterial. Outras fontes de magnésio são verduras como couve e escarola, legumes, como beterraba e mandioca, e cereais como aveia, cevada e arroz integral.
 
pessoa enchendo com copo de dose com uma bebida alcoólica - Foto Getty ImagesEvite exagerar no consumo de álcool
O consumo excessivo de álcool irá sobrecarregar o fígado e produzirá substâncias semelhantes à adrenalina, que tem como função aumentar a pressão arterial. "Para quem gosta de beber, a ingestão de bebida alcoólica deve ser moderada. O limite considerado adequado é de 30g de álcool, o que corresponde a 600 ml de cerveja, 250 ml de vinho ou 60ml de destilados". Lembrando que o consumo moderado de vinho, principalmente o tinto, pode até mesmo contribuir para a estabilização da pressão arterial, trazendo benefícios ao nosso organismo.
 
feijão preto - Foto Getty ImagesConsuma mais alimentos ricos em potássio
Esse nutriente age estimulando a eliminação do sódio presente no corpo, diminuindo a retenção de líquidos e a pressão arterial. Dessa forma, alimentos ricos em potássio são muito recomendados para hipertensos ou pessoas no grupo de risco para hipertensão. "O potássio está presente no inhame, no feijão preto, na abóbora, na cenoura, no espinafre, no maracujá, na laranja, na banana e em diversos outros alimentos", explica a nutricionista Cátia Medeiros, da clínica Espaço Nutrição.
 
mulher comendo salada - Foto Getty ImagesComa mais frutas e vegetais
Segundo a nefrologista Kátia, as frutas e os vegetais são os melhores amigos de quem quer prevenir a hipertensão. "Eles contribuem para uma dieta balanceada, rica em nutrientes e pobre em gorduras saturadas (frituras) e açúcar, diminuindo os riscos de obesidade, principal fator de risco para a hipertensão", afirma.
 
pote de cereal com framboesas - Foto Getty ImagesConsuma mais cereais integrais
Eles reduzem as chances de diabetes, previnem o câncer, ajudam a manter o peso e ainda são grandes combatentes da hipertensão. Motivos não faltam para incluir cereais integrais, como farelo de aveia e gérmen de trigo, na sua dieta. "O grande mérito desses alimentos é a concentração de magnésio, que estimula a dilatação dos vasos sanguíneos, reduzindo a retenção de líquidos", explica Cátia Medeiros.
 
alho - Foto Getty ImagesComa mais alho
Pesquisadores da Universidade de Adelaide (Austrália) concluíram que o consumo de alho pode ajudar a controlar e prevenir a hipertensão tanto quanto medicamentos para esse fim. Isso porque o alho contém diversos elementos que auxiliam a dilatação dos vasos sanguíneos, reduzindo a pressão e facilitando a circulação do sangue.
 
travessa cheia de lentilhas - Foto Getty ImagesColoque as proteínas vegetais no prato
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Medicina de Northwestern, em Chicago (EUA), revelou que o ácido glutâmico, encontrado nas proteínas vegetais - como a soja, lentilha, grão de bico e feijão -, tem alto poder de redução da pressão arterial. Foram observadas mais de 4.600 pessoas de meia-idade que ingeriram quantidades distintas de alimentos compostos por ácido glutâmico. A conclusão é de que o ácido glutâmico combinado com demais aminoácidos interfere diretamente na pressão arterial por reduzir e ajudar no metabolismo do sal no organismo.
 
salmão grelhado com legumes - Foto Getty ImagesOpte por carnes magras
Não é necessário eliminar a carne no cardápio para prevenir ou controlar a hipertensão. Porém, a nefrologista Kátia Ortega explica que é importante optar por carnes mais magras, como peixes, frango e cortes magros de carne vermelha, como filé mignon e músculo. "Fazer escolha saudáveis ajuda a diminuir o acúmulo de gordura, prevenindo contra obesidade e consequentemente contra a hipertensão", diz.
 
guloseimas - Foto Getty ImagesReduza o consumo de gordura saturada e açúcar
Para ajudar a diminuir o peso e o risco de hipertensão, a membro da Associação Brasileira de Hipertensão Kátia Ortega recomenda ficar longe do açúcar e das gorduras saturadas. "Cortar as calorias vazias de alimentos processados, doces e refrigerantes contribui para a perda de peso e diminui os níveis de sódio em nosso sangue", diz.
 
mulher sorrindo - Foto Getty ImagesSeja mais otimista
A Universidade de Michigan comprovou por meio de um estudo que manter o bom humor e o otimismo contribui não só para baixar a pressão arterial, como também ajuda a preservar nossa saúde por completo. Os estudiosos acompanharam adultos acima dos 50 anos e pediram para eles escolherem um número de 1 a 16 para definir seus níveis de bom humor. Após dois anos de estudo, os pesquisadores descobriram que cada ponto a mais se traduzia em uma queda de 9% no risco de a pessoa sofrer doenças cardiovasculares. Os pesquisadores acreditam que o otimismo pode ajudar a baixar os hormônios do estresse, aumentar a imunidade e promover comportamentos de estilo de vida positivos, como tomar vitaminas e exercício, hábitos que mantem nosso corpo longe da hipertensão.
 
frutas vermelhas - Foto Getty ImagesAposte nas frutas vermelhas
Uma pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition comprova que os flavonoides das frutas vermelhas são capazes de oferecer proteção contra a hipertensão. A equipe de cientistas estudou 134 mil mulheres e 47 mil homens durante um período de 14 anos e descobriu que o consumo de frutas como mirtilo, framboesa, amora e morango reduziu o risco de desenvolver a doença em 10%. "As atividade antioxidante proporcionada por essas frutas também nos protege contra os efeitos do envelhecimento, que estão associados aos radicais livres", explica a nutricionista Mayumi Shima, do Hospital Albert Einstein.
 
mulher apagando um cigarro no cinzeiro - Foto Getty ImagesCorte os cigarros
A complicação cardiovascular decorrente do cigarro afeta até mesmo o fumante passivo. Pesquisadores do Departamento de Cardiologia do Hospital Erasme e a Univesité Libre de Bruxelles, na Bélgica, comprovaram que respirar as substâncias do cigarro afetam várias funções do sistema vascular arterial - e mesmo quando já não há mais fumaça no ar. Segundo a nefrologista Kátia, essa elasticidade traz danos para a manutenção de uma pressão arterial saudável, além de poder evoluir para outros problemas, como o AVC.
 
mulher tomando sol - Foto Getty ImagesConsuma mais fontes de vitamina D
Um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de hipertensão em mulheres estão associados a baixos níveis de vitamina D no organismo. Mas não são apenas as mulheres que se beneficiam, os homens também. Isso se dá porque a vitamina D é a principal responsável pelo controle do enrijecimento das artérias, e a falta desse nutriente faz com que o organismo precise trabalhar três vezes mais para manter seu equilíbrio circulatório, o que gera um aumento na pressão. A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como a manteiga, gema de ovo e fígado, mas sua principal fonte é a luz solar.
 
homem bebendo leite - Foto Getty ImagesInclua mais leite e derivados no cardápio
Esses alimentos não podem ficar de fora da dieta de pessoas com hipertensão por conta das suas altas quantidades de cálcio. Segundo Cátia Medeiros, esse nutriente atua na diminuição da pressão sanguínea, uma vez que estimula a eliminação de sódio. "A grande vantagem desses alimentos é o fato de pequenas porções apresentarem grande concentração do mineral", afirma. A nutricionista ainda recomenda que sejam consumidas as versões desnatadas e com baixo teor de gordura, como o queijo branco.
 
mulher meditando - Foto Getty ImagesPratique a meditação
O National Institutes of Health fez vários estudos durante 20 anos para entender os efeitos da Meditação Transcendental (MT) e outras técnicas sobre doenças cardiovasculares. Os estudos, no geral, apontaram que essa técnica pode relaxar os vasos sanguíneos, ajudando no tratamento de hipertensão, reduzir a síndrome metabólica, combater aterosclerose e prevenir ataques cardíacos e derrames.
 
aula de ioga - Foto Getty ImagesPratique a Ioga
De acordo com pesquisadores na Índia, a prática regular de ioga pode melhorar a sua saúde do coração.
 
Os pesquisadores descobriram que a ioga melhora o controle da pressão arterial e da frequência cardíaca, o que é benéfico para um coração saudável.
 
chocolate amargo - Foto Getty ImagesComa mais chocolate amargo
De acordo com um estudo feito na Universidade de Harvard (EUA), as substâncias antioxidantes presentes no cacau podem ajudar a relaxar as artérias e melhorar o fluxo sanguíneo para o coração em até 4%. Porém, a nutricionista Cátia afirma que é preciso estar alerta: muitos chocolates vêm com adição de açúcar e gordura. "O melhor a fazer é apostar no chocolate amargo, que tem cerca de 70% de cacau."
 
homem trabalhando muito - Foto Getty ImagesTrabalhe menos horas por dia
Um recente estudo britânico publicado no Annals of Internal Medicine descobriu que trabalhar mais de 10 horas por dia pode aumentar o risco de hipertensão em mais de 60%. Por isso, se você tem que trabalhar longas horas, é importante manter um estilo de vida saudável e monitorizar regularmente a sua pressão arterial e os níveis de colesterol para manter a saúde em dia. Outra sugestão é passar mais tempo com os amigos e familiares - um estudo da Universidade da Califórnia descobriu que adultos solitários são mais propensos a desenvolver doença cardiovascular do que aqueles que regularmente passam tempo com os amigos ou entes queridos.  
 
mulher com as mãos na barriga - Foto Getty ImagesDê atenção ao ovário policístico
A síndrome dos ovários policísticos deve ser acompanhada, pois trata-se de uma doença endocrinológica que, se não for controlada, gera alterações do metabolismo dos açúcares, aumentando a concentração sanguínea. "Dessa forma, as pacientes podem ter um risco maior de desenvolver diabetes e hipertensão", explica o cardiologista José Luiz Cassiolato, do Hospital 9 de Julho. Além disso, ele afirma que cerca de 50% das mulheres com síndrome dos ovários policísticos tem obesidade, que é um fator de risco para o desenvolvimento da hipertensão arterial. 
 
mulher sorrindo - Foto Getty ImagesMulheres precisam dar mais atenção para a menopausa
Ao atingir a menopausa, a mulher deixa de produzir o estrogênio, hormônio que protege os vasos sanguíneos e ajuda a prevenir alterações vasculares. "Com a falta desse hormônio e perda desse fator protetor, as mulheres passam a ter mais rigidez dos vasos, o que contribui para a hipertensão arterial", explica a nefrologista Kátia Ortega, da Sociedade Brasileira de Hipertensão. 
 
mulher com as mãos na barriga - Foto Getty ImagesPrevina a constipação
Um estudo publicado no American Journal of Medicine descobriu que mulheres que sofrem com prisão de ventre no período pós-menopausa têm um maior risco de hipertensão e doença cardíaca do que aquelas que tinham um intestino regular. Os pesquisadores dizem que a constipação não é o que aumenta o risco, mas os fatores associados a esse mal, como uma dieta pobre em fibras e uma vida sedentária. Os especialistas recomenda a prática de exercícios, o consumo de alimentos ricos em fibras e a ingestão de dois litros de água por dia.  
 
Fonte Minha Vida

sábado, 27 de abril de 2013

Perigoso e fatal


24/04/2013

OMS reconhece que vírus H7N9 é um dos mais letais do mundo

Com agência

O especialista Keiji Fukuda, da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou que o vírus H7N9, identificado pelas autoridades da China, é um dos mais letais do mundo.

"Este é definitivamente um dos vírus da gripe mais letais que já vimos até agora," disse Fukuda. "Quando pensamos em vírus da gripe, este é um vírus extraordinariamente perigoso".

A China confirmou 108 casos e 22 mortes desde as primeiras infecções, em 31 de março.

Contudo, nesta quarta-feira surgiu o primeiro caso de infecção pelo vírus da nova gripe aviária fora da China.

Um homem de 53 anos tornou-se o primeiro caso de infecção pelo vírus H7N9 fora da China continental. Segundo as autoridades de saúde taiwanesas, o homem está em estado grave, depois de ter retornado de uma viagem à cidade chinesa de Suzhou.

Aumentando as suspeitas de que possa haver transmissão entre humanos do vírus H7N9, as autoridades confirmaram que o homem não teve contato com aves e não ingeriu carne mal cozida de aves durante sua viagem.

Fukuda acrescentou que o vírus H7N9 é facilmente transmissível.

"Acreditamos que esse vírus é mais transmissível a pessoas do que o H5N1", disse ele, lembrando que o vírus H5N1 matou mais de 360 pessoas no mundo, desde 2003.

Vigilância brasileira
No Brasil, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que o Ministério está vigilante em relação aos casos registrados na China do H7N9.

O ministro ressaltou ainda que, até o momento, não há recomendação, por parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), de restrição comercial com a China.

O que permanece, segundo ele, são medidas restritivas adotadas, desde 2006, nos portos brasileiros em relação à entrada de aves vivas provenientes daquele país.

Dengue x Idosos

 
23/04/2013

Dengue é 12 vezes mais perigosa para idosos

Com informações do MS

Pessoas com idade acima de 60 anos têm 12 vezes mais risco de morrer por dengue do que as de outras faixas etárias.

Do total de óbitos registrados nos primeiros três meses deste ano (132), 42% foram de integrantes deste grupo, segundo levantamento do Ministério da Saúde.

Devido a esta vulnerabilidade, o Ministério da Saúde alerta aos idosos a procurarem os serviços de saúde assim que surgirem os primeiros sinais da doença.

"As causas desta condição de risco não estão completamente esclarecidas, mas podem estar relacionadas com a maior prevalência, nesta faixa etária, de doenças crônicas, como cardíacas, diabetes, entre outras", observa o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.

Os sintomas mais comuns da dengue são febre, dor de cabeça - algumas vezes mais localizada no fundo dos olhos - e dores nas articulações.

"Se a pessoa com a doença apresentar dores abdominais e vômitos persistentes, deve buscar imediatamente um serviço de saúde porque estes são sinais de agravamento. Também é fundamental não tomar remédio que tenha em sua composição o ácido acetil salicílico (AAS, aspirina e outros) e se hidratar com água, sucos e água de coco", aconselha Jarbas Barbosa.

Mapa da dengue
Nos três primeiros meses deste ano, 11 estados brasileiros apresentaram alta incidência de dengue e concentraram 74,5% dos casos notificados ao Ministério da Saúde.
De 1º de janeiro a 30 de março, os estados de Rondônia,Acre, Amazonas, Tocantins, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás registraram índices que vão de 305 até 3.105 casos por 100 mil habitantes.
O Ministério da Saúde considera três níveis de incidência de dengue: baixa (até 100 casos por 100 mil habitantes), média (de 101 a 300 casos) e alta (acima de 300). A média nacional é de 368,2 casos/100 mil habitantes.
Em números absolutos, os 11 estados registraram 532.107 casos suspeitos, o equivalente a 74,5% do total das notificações em todo o país, ou seja, 714.226. Do total de casos suspeitos notificados neste ano, 83.768 já foram descartados.

Tecnologia brasileira

 
24/04/2013

Brasileiros criam primeiro monitor cardíaco inteligente do mundo

Redação do Diário da Saúde






Brasileiros criam primeiro monitor cardíaco inteligente do mundo
O monitor cardíaco inteligente é do tamanho de um telefone celular e pode ser utilizado em uma pochete, ou no bolso do usuário. [Imagem: FIT]
Pesquisadores brasileiros desenvolveram o primeiro monitor cardíaco portátil inteligente do mundo, o NEXCOR. O monitor foi aprovado nos testes clínicos com mais de 160 pacientes do Hospital do Coração de São Paulo.

O NEXCOR é fruto de uma parceria entre o Instituto FIT, de Sorocaba (SP), a empresa Corcam e o Incor.
"O objetivo do NEXCOR é reduzir o grande número de mortes por infartos que não são percebidos nos primeiros instantes, pois são assintomáticos," explica o pesquisador Antônio André, da Corcam.
Os testes Clínicos realizados pelo Incor mostraram que o NEXCOR possui grande capacidade de identificar precocemente eventos cardiovasculares, especialmente por sua capacidade de detecção e transmissão automática de alterações eletrocardiográficas via rede de celular, sem a necessidade de qualquer ação do usuário.

"Em caso de arritmia, isquemia, infarto do miocárdio e também de quedas, ao sinal de qualquer alteração nos batimentos cardíacos, o equipamento será capaz de emitir um alerta a uma central de monitoramento, que automaticamente avisará ao médico, hospital, empresa de resgate ou uma pessoa da própria família, para que o socorro chegue a tempo," explica Paulo Souza, coordenador do projeto desenvolvido pelo FIT.
O alerta enviado pelo celular inclui informações sobre a condição cardíaca do paciente e a sua localização física, graças a um GPS embutido.

O aparelho é do tamanho de um telefone celular e pode ser utilizado em uma pochete, ou no bolso do usuário.

O NEXCOR se destina aos portadores de cardiopatia, e poderá estar disponível em clínicas, hospitais, médicos, governo, empresas de telemedicina, casas de repouso, unidades de resgate médico, laboratórios e seguradoras de saúde.

O aparelho deverá estar disponível para pacientes com problemas cardíacos a partir do primeiro semestre de 2013. O lançamento ocorrerá simultaneamente nos EUA e Europa.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Cadastro de Legislação

Documentos incluídos:

PORTARIA Nº 1314 Publicada em 04/12/2000
EMENTA: Exclui da Tabela de Procedimentos do Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema único de Saúde- SIA/SUS procedimentos.
ASSUNTO(S):
42. TABELAS: PROCEDIMENTOS DO SIA/SUS
Consultar

PORTARIA Nº 682 Publicada em 25/04/2013
EMENTA: Aprova a alteração da Etapa I do Plano de Ação da Rede de Atenção às Urgências do Estado do Mato Grosso do Sul e Municípios, e aloca recursos financeiros, Bloco da Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar.
ASSUNTO(S):
06. ALTA COMPLEXIDADE GERAL
06.12 MÉDIA COMPLEXIDADE GERAL
88.POLÍTICAS_PROGRAMAS_REDES
Consultar

LEI Nº 12802 Publicada em 25/04/2013
EMENTA: Altera a Lei no 9.797, de 6 de maio de 1999, que “dispõe sobre a obrigatoriedade da cirurgia plástica reparadora da mama pela rede de unidades integrantes do Sistema Único de Saúde - SUS nos casos de mutilação decorrentes de tratamento de câncer”, para dispor sobre o momento da reconstrução mamária.
ASSUNTO(S):
06.01 ALTA COMPLEXIDADE - CÂNCER
Consultar

Passos a serem criados


Internação compulsória de viciados é desafio em MG

Especialistas apontam falta de estrutura para tratamento de dependentes químicos.

A Comissão de Prevenção e Combate ao uso de Crack e outras Drogas recebeu especialistas na reunião desta quarta
A Comissão de Prevenção e Combate ao uso de Crack e outras Drogas recebeu especialistas na reunião desta quarta - Foto: Guilherme Bergamini
 
A necessidade de se criar instrumentos para a internação compulsória de usuários de crack e as formas de se fazer isso foram discutidas na manhã desta quarta-feira (24/4/13) em audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A Comissão de Prevenção e Combate ao uso de Crack e outras Drogas recebeu especialistas para falar sobre o assunto, que concordaram que a atual estrutura de tratamento é insuficiente e que para transformar a internação compulsória em política estadual é preciso melhorar a rede de atendimento. O debate foi solicitado pelo presidente da comissão, deputado Vanderlei Miranda (PMDB).

Os convidados lembraram que a internação compulsória já é feita no Estado para cumprimento de mandados judiciais. É comum também a internação involuntária, quando o dependente não aceita o tratamento, mas a família o obriga, muitas vezes com a ajuda de órgãos como a Defensoria Pública.

Falta estrutura para tratamento pessoas dependentes do crack
 
A diretora do SOS Drogas, Érica Barezani, informou que a instituição já recebeu, desde 2008, 381 pedidos de internações desse tipo. “Na maioria das vezes as famílias já não sabem mais o que fazer. Em alguns casos, nossa equipe, que visita essas famílias, consegue contornar a situação e oferecer outras saídas, inclusive convencendo o usuário e conseguindo sua anuência para realizar o tratamento”, disse.

O representante da Federação Nacional das Comunidades Terapêuticas Católicas e Instituições Afins, Wesley Freitas, defendeu as internações compulsórias. “Quando um paciente é diagnosticado com algumas doenças, ele é obrigado a se internar independentemente da sua vontade. Se não o fizer, ele e o médico podem até ser responsabilizados criminalmente. É o caso da tuberculose, por exemplo. É assim porque essa pessoa pode transmitir a doença e passa a ser um risco para outros. Com a droga é mesma coisa”, disse ele, que também é enfermeiro em um hospital de Governador Valadares.

Posição favorável também foi apresentada pelo coordenador terapêutico da comunidade Fazenda Renascer, Anderson Matos. Ele lembrou, porém, que é preciso construir outros dispositivos para receber esses casos. “As comunidades terapêuticas não conseguem trancafiar ninguém, os hospitais teriam sua rotina ainda mais tumultuada”, disse.

O pastor Wellington Antônio Vieira, presidente da Federação das Comunidades Terapêuticas Evangélicas do Brasil, concordou com Anderson e contou que a comunidade que ele comanda recebeu, na semana passada, um usuário encaminhado judicialmente, que chegou algemado. “Recebemos porque não tínhamos opção, mas dois dias depois ele fugiu”, afirmou. O deputado Vanderlei Miranda (PMDB) acha que é necessário criar esses equipamentos de saúde e questionou o uso da mesma estrutura para tratar dependentes químicos e doentes mentais.

Sobre o receio de que as internações sejam feitas indiscriminadamente, o presidente do Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas, Aloísio Andrade, disse que a internação nunca é feita à revelia de um laudo psicológico. “Somos contra internações compulsórias mal indicadas, isso só será feito para proteger as pessoas”, disse.

A voluntária do projeto Resgate da Cidadania, Regina Coeli Rosa Neves, lembrou que é importante discutir também as formas de tratar os usuários menores de idade, já que a internação é mais burocrática nesses casos.”Não somos a favor da volta dos manicômios, mas somos favoráveis a um tratamento que possibilite um recomeço”, disse.

O presidente da ONG Resgate Urbano, Helbert Souza, salientou que é preciso criar possibilidades de acompanhamento do usuário depois da internação. “Sou ex-dependente e a maior dificuldade para superar o vício era sempre depois da saída das comunidades terapêuticas, quando perdemos todo o apoio”, disse.

Proposta de internação compulsória não é unanimidade

O deputado Adelmo Carneiro Leão mostrou-se contra a internação compulsória
O deputado Adelmo Carneiro Leão mostrou-se contra a internação compulsória - Foto: Guilherme Bergamini
O deputado Adelmo Carneiro Leão (PT) foi uma das vozes dissonantes na reunião, ao discordar das internações compulsórias. “Quando observo como foram feitas e quais os efeitos que elas tiveram em várias momentos da história, como quando eram a política em relação aos doentes mentais, penso que essa não é a solução. Não tenho nenhuma simpatia pela proposta”, disse.

O parlamentar disse que viveu o problema em casa, com um irmão que acabou falecendo vítima do abuso de drogas, mas que ainda assim é contra a medida. Ele sugeriu que a comissão visite locais que já recebem usuários compulsoriamente internados para conversar com os dependentes e com as pessoas que os tratam. O deputado defendeu, ainda, a descriminalização do uso de drogas e disse que o tráfico e a violência que está envolvida no comércio de entorpecentes matam mais do que as substâncias químicas em si.

Adelmo Carneiro Leão também criou polêmica ao dizer que, apesar de reconhecer a importância do trabalho e a eficácia de muitas das instituições, algumas comunidades terapêuticas deveriam ser fechadas por não terem nenhuma condição de oferecer tratamento adequado.

A deputada Liza Prado (PSB) disse que é preciso discutir esse problema, fiscalizar e acompanhar as comunidades. O deputado Tadeu Martins Leite (PMDB) ressaltou a importância da comissão, criada no início deste ano, para discutir esses assuntos e amenizar o problema do crack.

Interligar a rede de tratamento é considerado o passo mais importante

Leandro Oliveira Iannotta listou os equipamentos de saúde disponíveis atualmente no Estado
Leandro Oliveira Iannotta listou os equipamentos de saúde disponíveis atualmente no Estado - Foto: Guilherme Bergamini
Um dos pontos de concordância entre os presentes foi a necessidade de se manter os vários dispositivos existentes para tratamento, como as comunidades terapêuticas e os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), e de interligá-los. “Somos todos diferentes, e cada um vai responder melhor a um tipo de tratamento”, disse Leandro Oliveira Iannotta, referência técnica em saúde mental da Secretaria de Estado de Saúde.

Iannotta listou os equipamentos de saúde disponíveis atualmente em Minas Gerais e admitiu que esse número está aquém do necessário. “Precisamos implementar mais leitos em hospitais gerais para internações de curta permanência, integrar comunidades terapêuticas, narcóticos anônimos e outros grupos de ajuda ao sistema de saúde, definir diretrizes mais claras para as estruturas dos Caps e facilitar sua implantação”, afirmou. Ele citou, ainda, o programa Aliança pela Vida, que repassa dinheiro público a comunidades terapêuticas por meio das prefeituras, e disse que é preciso aumentar a adesão ao programa, que hoje conta com a participação de apenas 100 municípios mineiros.

O presidente do Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas, Aloísio Andrade, chamou a atenção para a ineficiência dos investimentos na área. Segundo ele, mais de 70% do dinheiro repassado pela União a Minas Gerais para essas políticas acabam devolvidos ao Governo Federal. Ele também lembrou que durante 12 anos o Ministério da Saúde teve como ação prioritária a construção de Caps, mas que mesmo assim, ao final desse período, Minas Gerais só possuía duas dezenas desse equipamento. “Hoje o Conselho tem investido na união de esforços. Precisamos buscar um modelo complementar às comunidades terapêuticas, que são muito importantes”, disse.

Segundo Andrade, está sendo estudada a possibilidade de se criar a Associação de Proteção e Amparo ao Dependente (Apad), nos moldes como hoje funciona a Associação de Proteção e Amparo ao Condenado (Apac), com doação de terrenos das prefeituras, verba estadual e uso de trabalho voluntário.

Requerimentos - Durante a reunião, por solicitação do deputado Vanderlei Miranda, foi aprovada a visita da comissão à Central de Flagrantes de Belo Horizonte. Foram aprovados também, de autoria do mesmo deputado, o envio de ofícios ao presidente da Assembleia, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), para que a comissão possa participar da audiência pública e da 3ª reunião do Fórum Legislativo de Segurança Pública, no Mato Grosso do Sul; e das audiências públicas Divisa Segura, organizada pelas Assembleias Legislativas de Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.

Fonte: Assembléia de Minas

Desrespeito


Posted: 24 Apr 2013 07:48 AM PDT

Vereadora Rose Sales.


Durante uma audiência pública que aconteceu na Câmara Municipal de São Luís-MA, atendendo a uma solicitação do vereador Pavão Filho (PDT), a vereadora Rose Sales (PCdoB), sob os aplausos de uma galeria que estava lotada por agentes de endemias e de saúde, falou de sua luta pelos trabalhadores, que foram desrespeitados durante a gestão passada que negligenciou, além de salário digno, instrumentos de trabalho e segurança.

A mesa da audiência foi composta pelo secretário de Assuntos Políticos da Prefeitura de São Luís, Osmar Filho; a secretária Adjunta Municipal de Saúde, Sílvia Cavalcante; a promotora substituta de Justiça de Defesa da Saúde, Maria da Glória Mafra Silva; a chefa de Divisão de Convênios e Gestão do Núcleo Estadual do Ministério de Saúde do Maranhão, Maria Georgina Pinheiro Martins; o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Controle de Endemias do Estado do Maranhão (Sintracema), Bernardo José Medeiros do Carmo; e o presidente do Sindicato de Agentes Comunitários de Saúde de São Luís (Sindacs/SLZ), Carlos Alberto Pereira da Silva.

Rose Sales disse que sua luta foi intensa na gestão passada, tendo que ir varias vezes ao Ministério Público para denunciar as precariedades e absurdos praticados aos agentes, que tinham que fazer seus trabalhos nas residências de São Luís, “muitas vezes medir as crianças através do olho por que não tinham sequer fita métrica”.  A vereadora disse ainda que várias reivindicações importantes que foram negociadas e acordadas no Ministério Publico sumiram da Sengov.

“Essa audiência traz à tona a gravidade daquilo que tem passado os agentes de endemias e agentes de saúde de São Luís. Alguns colegas querem impedir que falemos sobre os absurdos praticados na gestão passada, tem que ser falado para balizar a atual gestão, para que a causa dos trabalhadores não seja tratada com negligência e inoperância”.  

Documentos perdidos

Sobre a questão levantada pela vereadora, o presidente da Associação dos Agentes Comunitários de Saúde de São Luís, Paulo da Silva Tavares, afirmou que a categoria entrou com várias reclamações na PGM da Secretaria de Governo da gestão passada, mas que sumiram. Disse ainda que o assunto não foi discutido naquele parlamento por um período de oito anos, tendo apenas um painel sobre a saúde da família durante a gestão do prefeito Tadeu Palácio.
 
 
 
FONTE: BLOG DA SILVIA TEREZA.

Doença rara


Posted: 24 Apr 2013 04:54 AM PDT
Pais de todo o Brasil que enfrentam o drama de ter um filho portador de cistinose, doença genética rara ainda sem cura e de tratamento difícil, irão se reunir pela primeira vez em São Paulo para tirar dúvidas e discutir os avanços no tratamento da síndrome.
 
A capital paulista sedia na quinta-feira, 25, o 1º Congresso Internacional de Cistinose da América Latina. Estima-se que a doença afete uma criança em um milhão, por isso o número de portadores no Brasil não chega a duzentos, segundo os organizadores do evento.

A raridade da doença acaba trazendo ainda mais transtornos às famílias dos pacientes, já que falta investimento em pesquisas e os laboratórios não se interessam pela produção de medicamentos em baixa escala. No Brasil, a importação do medicamento ainda sofre restrições. O alto custo obriga as famílias a recorrer à Justiça para obter o remédio. Como muitos pediatras desconhecem a cistinose, portadores acabam falecendo sem o diagnóstico correto. Os sintomas surgem logo nos primeiros meses e incluem desidratação intensa e diurese - a criança toma muita água e molha as fraldas em quantidades acima do normal.

Além de especialistas na doença, o evento terá representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do laboratório europeu que fabrica o Cystagon, único remédio usado no Brasil para controle da cistinose. O congresso tem início às 9 horas, no Instituto de Tratamento do Câncer Infantil (Itaci), no bairro Pinheiros, na capital. Entre os palestrantes, estão os pesquisadores Valerie Hotz, dos Estados Unidos, Paul Goodyear, do Canadá, Maria Helena Vaisbich, do Brasil, e A. Mendes, da Venezuela.

A cistinose é uma doença genética autossômica recessiva, isto é, os pais podem não apresentar a doença, mas ela aparece nos filhos como resultado de mutações nos cromossomos. A doença provoca o acúmulo do aminoácido cistina nas células, formando cristais que afetam órgãos como rins, fígado e baço, além de músculos, olhos e cérebro, causando uma degeneração que, sem tratamento, leva à morte. A sobrevida é garantida pela medicação contínua. O Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo é referência para tratamento da doença no Brasil.

Fonte Estadão