sexta-feira, 31 de maio de 2013

Você Sabia?


Descrição: http://portal.mj.gov.br/sedh/empauta/ep239/vocesabia.jpg
Você sabia que, segundo a resolução 139 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – Conanda, os municípios brasileiros deveriam ter um Conselho Tutelar para cada 100.000 habitantes?
 
 
 
Fonte: Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – Conanda

Seminário


Direito à Saúde: tema de seminário em junho

Publicada em
O Conselho Nacional de Justiça, por meio do Fórum da Saúde, realizará, de 3 a 4 de junho, o Seminário sobre Direito à Saúde, no auditório do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília/DF. O evento tem como objetivo promover um debate sobre as dificuldades judiciais enfrentadas na área da saúde, bem como apresentar soluções para os problemas. São oferecidas 300 vagas para magistrados, membros do Ministério Público, da advocacia pública e privada, da área médica e outros profissionais envolvidos com o direito à saúde no Brasil.

Instituído em 2010 pelo Conselho Nacional de Justiça, o Fórum Nacional do Judiciário foi criado para o monitoramento e resolução das demandas de assistência à saúde. Sua criação decorreu do elevado número e da ampla diversidade dos litígios referentes ao direito à saúde, bem como do forte impacto dos dispêndios decorrentes sobre os orçamentos públicos. Um dos principais resultados do Fórum foi a edição de resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que exige que os planos de saúde informem por escrito e em 48 horas qualquer negativa de atendimento ao usuário.

Para realizar sua inscrição, clique aqui.
Fonte(s): Conasems

Centros de parto normal


Fixadas diretrizes para implantação de centros de parto normal no SUS


Da Agência Brasil, em Brasília 

Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (31) no Diário Oficial da União fixa diretrizes para a implantação de centros de parto normal no Sistema Único de Saúde (SUS). A ideia é que as unidades sejam capazes de acolher a mulher e o recém-nascido, conforme previsto no Programa Rede Cegonha.

De acordo com o texto, o governo levou em consideração a importância de garantir a todas as mulheres o acesso à informação e à atenção qualificada, segura e humanizada sobre direitos sexuais e reprodutivos, além da priorizar ações de assistência à saúde que tenham por objetivo reduzir a mortalidade materna, fetal e infantil.

A portaria dispõe ainda sobre os respectivos incentivos financeiros de investimento, custeio e custeio mensal dos centros de parto normal.
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2013/05/31/fixadas-diretrizes-para-implantacao-de-centros-de-parto-normal-no-sus.htm

Ampliando assistência


Ministério da Saúde amplia assistência a gestantes de alto risco

Do UOL, em Brasília 

O Ministério da Saúde vai investir na implantação e na qualificação dos serviços especializados em atendimento às gestantes de alto risco. Ampliar a oferta de maternidades especializadas e garantir maior segurança e melhor atendimento às gestantes e aos bebês em situações especiais é o que prevê a Portaria 1.020, publicada nesta sexta-feira (31). Com essa iniciativa, o Ministério da Saúde estima um investimento de R$ 123 milhões por ano. A estimativa é que cerca de 390 mil mulheres em situação de risco sejam beneficiadas.

"A iniciativa vai permitir que a mulher e o bebê recebam os cuidados adequados às condições de alto risco desde o pré-natal até o pós-parto, conforme preconizado pela estratégia Rede Cegonha, que reforça a humanização do atendimento e as boas práticas de atenção ao parto e nascimento. Com a qualificação do pré-natal, é possível reduzir as taxas de prematuridade, de mortalidade materna e neonatal", explica o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Hoje, existem 196 maternidades de referência em gestação de alto risco habilitadas pelo Ministério da Saúde. A expectativa, com a nova portaria é de que o número de maternidades dobre, chegando a 390, e de que o número de leitos qualificados em Gestação de Alto Risco seja de 2.885 até 2014.

A partir de agora, todas as maternidades habilitadas como Alto Risco Tipo 1 (de menor complexidade) e Alto Risco Tipo 2 (de maior complexidade) receberão do Ministério da Saúde valores de custeio diferenciados por cada procedimento (partos e cesarianas em gestação de alto risco). Os valores serão escalonados de acordo com a habilitação – a maternidade Tipo 2 receberá um incremento de 30% nos valores em relação à Tipo 1). A diferença entre as duas maternidades é em relação aos recursos tecnológicos e recursos humanos, sendo a Tipo 2 mais preparada para atendimento de casos mais graves.

A nova portaria prevê ainda o repasse de incentivos da Rede Cegonha para as maternidades habilitadas por cada leito obstétrico qualificado como alto risco. Os leitos já reservados hoje para atendimento de alto risco vão receber um incentivo de R$ 220 por diária. Os novos leitos obstétricos que forem habilitados receberão os R$ 220 de incentivo mais R$ 260 correspondentes aos procedimentos diferenciados, ou seja, R$ 480.

De acordo com a coordenadora da área da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela, o documento aborda o cuidado continuado da mulher e do recém-nascido e enfatiza a implantação de uma rede de saúde, por meio de um cuidado que vai desde o pré-natal, o parto, o puerpério e o planejamento reprodutivo, com equipes multidisciplinares formadas por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, entre outros. "Todos preparados para atender e acolher na rede pública essas usuárias, colaborando com a boa evolução da gestação e do parto e, consequentemente, com a redução da mortalidade materna e neonatal", diz.

Casas de gestante
Outra ação prevista na portaria é o repasse de incentivos para a implantação, ampliação, reforma e custeio das Casas da Gestante, Bebê e Puérpera (CGBP), espaços de cuidado vinculados às maternidades de alto risco. No ano passado, foram aprovados 33 projetos para implantação de CGBP no país, sendo 14 para construção, dois para reforma e 17 para ampliação. Desse total de obras, estão previstas pelo menos 18 CGBP em funcionamento até o fim de 2014.

Os incentivos variam de acordo com a capacidade de acolhimento de usuárias, que podem ser de 10, 15 ou 20 gestantes e puérperas por Casa. As variações vão de R$ 40 mil a R$ 50 mil para implantação, R$ 238,5 mil a R$ 447,7 mil para ampliação, R$ 143,1mil a R$ 268,6 mil para reforma, e R$ 20 mil a R$ 60 mil de custeio mensal.

As CGBP proporcionam um atendimento humanizado às pacientes em situação de vulnerabilidade que precisam de monitoramento. A medida evita que a mulher fique internada no hospital, contribuindo para melhorar a gestão dos leitos de gestação de alto risco dentro das maternidades.

São consideradas gestantes de alto risco as grávidas portadoras de doenças que podem se agravar durante a gestação ou que apresentarão problemas que podem ter sido desencadeados nesse período. São exemplos de alto risco: hipertensão, diabetes, infecções, doenças do coração e do aparelho circulatório.
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2013/05/31/ministerio-da-saude-amplia-assistencia-a-gestantes-de-alto-risco.htm

Intolerância

Cerca de 40% da população brasileira têm intolerância à lactose

 
 
 
Aline Leal e Heloisa Cristaldo
Da Agência Brasil, em Brasília
  • Getty Images
    O problema surge devido a uma incapacidade de digerir lactose, o açúcar do leite O problema surge devido a uma incapacidade de digerir lactose, o açúcar do leite
Leite, queijo, iogurte e manteiga são alimentos facilmente encontrados na mesa dos brasileiros, mas para cerca de 40% da população podem trazer náuseas, diarreia, excesso de gases, dor de estômago entre outros incômodos. Isso acontece devido a uma incapacidade que essas pessoas têm de digerir lactose, o açúcar do leite. É a intolerância à lactose.

Para digerir esse açúcar, o organismo precisa produzir uma enzima chamada lactase, que divide o açúcar do leite em glicose e galactose. A incapacidade de produzir a lactase pode ser genética ou ocasionada por algum problema intestinal que a interrompe temporariamente.

De acordo com Ricardo Barbuti, gastroenterologista membro da Federação Brasileira de Gastroenterologia, a capacidade de produzir a lactase é geneticamente determinada. "Quem tem a predisposição para produzir menos enzimas, na medida em que o tempo passa, vai perdendo a capacidade de digerir a lactose. Todo mundo que tem geneticamente uma intolerância, tem uma má absorção de lactose, mas isso não causa sintomas sempre", disse Barbuti. Há países, como o Japão, em que praticamente toda a população tem essa característica.

O especialista explica que geralmente os sintomas aparecem entre meia hora e uma hora depois da ingestão do leite ou derivados, como chocolate, sorvetes, leite condensado, creme de leite, iogurte, manteiga, pudins e queijos. Barbuti ressalta porém, que isso depende do grau de intolerância à lactose e de quanta lactose tem o alimento ingerido. "Queijos quanto mais duros, menos lactose. Um parmesão, por exemplo, tem pouca lactose, enquanto um queijo mais mole tem mais lactose" explicou o especialista.

O Iogurte, por exemplo, tem menos lactose, já que o leite é fermentado e, no processo de fermentação, as bactérias consomem a lactose.

Já para Simone Rocha, nutricionista presidente da Associação de Nutricionistas do Distrito Federal, outro fator que pode causar intolerância alimentar de qualquer tipo, inclusive à lactose, é a superexposição a determinado alimento. "A superexposição pode causar intolerância, porque você come tanto que o seu organismo não consegue produzir enzimas para quebrar tudo", explica Simone.

De acordo com Barbuti, as pessoas estão tendo mais acesso ao diagnóstico de intolerância à lactose. "O médico está mais atento a esse problema. O exame mais comum, que é o teste sanguíneo, é de fácil execução e está mais disponível à população, inclusive pelo SUS [Sistema Único de Saúde]", avaliou o especialista. Ele conta que existe ainda um teste genético, em que os genes do paciente são estudados para saber se existe carga para a intolerância, porém este exame está disponível em pouquíssimos lugares no Brasil.

O especialista ressalta que existe diferença entre intolerância alimentar e alergia, que é uma reação imunológica descontrolada do organismo a alguma substância.

Para quem tem intolerância à lactose e faz questão de continuar consumindo derivados do leite, Barbuti explica que existem no mercado comprimidos de lactase. No Brasil, a lactase é encontrada apenas nas farmácias de manipulação, pois, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a enzima lactase é um medicamento de origem biológica. Em outros países, no entanto, a enzima é considerada alimento e tem venda liberada em farmácias e supermercados. Segundo a agência reguladora, ainda não há, no país, interesse das empresas em desenvolver o produto para vendas nas farmácias.

Outra alternativa para não passar mal ao ingerir derivados de leite são os probióticos, "as bactérias do bem", que quando tomadas continuamente podem melhorar a digestão da lactose. Estes recursos são especialmente importantes para mulheres que já passaram pelo período da menopausa e precisam ingerir derivados do leite para absorverem cálcio.
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Conheça alguns mitos e verdades sobre o leite22 fotos

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Raramente as crianças nascem com intolerância à lactose, explica Licinia de Campos, nutricionista e coordenadora do Curso de Gastronomia da Faculdade Paschoal Dantas. A patologia se desenvolve na fase adulta, com a queda na produção da enzima lactase. "Geralmente, ela diminui na medida em que dieta se torna mais variada e menos baseada em leite", informa. O surgimento do problema também pode estar atrelado a danos no intestino delgado causado por enfermidades, cirurgias e outras situações Leia mais Thinkstock
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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Boa noite!

Foto: UMA LINDA E ABENÇOADA NOITE MEUS QUERIDOS ... ABRAÇO CARINHOSO E FRATERNAL <3

VENTO DA PAZ...

COMO É BOM SENTIR O VENTO,
A SENSAÇÃO É DE PAZ...
ANDAR SENTINDO O VENTO NO ROSTO,
ANDAR SEM RUMO,
EM BUSCA DA PAZ,

PAZ...

PAZ QUE ME FAZ SONHAR,
PAZ QUE ME FAZ AMAR,
PAZ QUE ME FAZ NÃO ODIAR,

NECESSITAMOS DA PAZ COMO ALIMENTO,
ALIMENTO PARA UMA VIDA MELHOR,

PORQUE SEM ELA...

NÃO HÁ AMOR,
NÃO HÁ BRILHO,
NÃO HÁ VIDA,

PAZ... PAZ...

COMO É BOM TER,
COMO É TRISTE NÃO CONHECER,

PAZ...

(GIOVANA CRISTINA SCHNEIDER)

Sem agulha

 
28/05/2013

Vacina por via nasal dispensa agulhas

Com informações da Agência USP




Vacina por via nasal dispensa utilização de agulhas
A quitosana, um polímero natural encontrado na carapaça de animais como o camarão e o caranguejo, está sendo estudada também para unir nervos rompidos.[Imagem: Wikipedia]
Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) comprovaram a viabilidade do uso do polímero de quitosana na produção de vacinas que dispensam agulhas para sua aplicação. A quitosana é um polímero natural encontrado na carapaça de animais como o camarão e o caranguejo.
O polímero reveste o antígeno da vacina, garantindo sua absorção pelo organismo ao ser aplicada por via nasal.
"Quando é feita a vacinação, o polímero gruda nas vias nasais, o que permite a absorção do antígeno pelo organismo e o desenvolvimento de anticorpos," diz Jony Takao Yohsida, autor do estudo.
A quitosana impede que a vacina seja expelida pelo organismo por meio de espirros após a aplicação.
"A vacina também não é engolida com a renovação do muco nasal, evitando que seja destruída pelos ácidos do estômago", afirma Yoshida. "Testes realizados com camundongos mostraram que é possível imunizar por via nasal com o uso da quitosana".

Modelo genérico
A pesquisa desenvolveu uma nova forma de imunização a partir da vacina contra a hepatite B, disponível no Instituto Butantan.
Mas, segundo o pesquisador, o objetivo da pesquisa era criar um modelo que pudesse ser adaptado para outras vacinas.
Os experimentos em animais demonstraram que o polímero pode se unir a qualquer outro tipo de proteína. "Desse modo, podem ser usados antígenos de outras doenças", diz o biólogo. "A vacina poderá ser aplicada por meio de spray ou nebulização".
Segundo Yoshida, a principal vantagem da imunização por via nasal é dispensar o uso de agulhas para realizar a imunização. "Muitas pessoas têm medo de tomar injeção. O novo método aumentaria a adesão e a eficácia da vacinação junto à população", ressalta. "A eliminação das agulhas também reduziria os riscos de contaminação entre os profissionais de saúde".
Para que a vacina possa ser usada em seres humanos, serão necessários novos estudos.
"A pesquisa comprovou que o método é viável. No entanto, é preciso realizar testes imunológicos e clínicos, primeiro em animais e depois em seres humanos, para verificar se não há efeitos colaterais", observa o biólogo. "Apesar do baixo custo da matéria-prima do polímero, há necessidade de padronização e controle de qualidade para verificar a viabilidade da produção industrial".

Nova forma de divulgação


Site vai divulgar pesquisas científicas brasileiras na área de saúde

Com informações da Agência Brasil

Pesquisas brasileiras na área de saúde ganharam uma nova forma de divulgação.

Trata-se do site Lógicos, desenvolvido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O objetivo é dar mais visibilidade à produção científica relacionada à saúde a partir de uma proposta multimídia, com a publicação de matérias e entrevistas em diversos formatos - áudio, vídeo e textos - que poderão ser compartilhados de forma gratuita.

Mais de 3 mil projetos de pesquisa, financiados pelo Ministério da Saúde, estarão disponíveis para consulta no Pesquisa Saúde, ferramenta eletrônica que permite ao usuário encontrar informações relacionadas aos trabalhos científicos ou temas de interesse.

A busca pode ser feita a partir de diversos critérios: número de projetos e recursos investidos por ano, região, modalidade de fomento, edital, instituição, entre outros.

O endereço do site é www.logicosbrasil.com.br.

COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

 

Data de Cadastro: 28/05/2013 as 09:00:55 alterado em 28/05/2013 as 09:00:55

Brasil integrará Conselho Executivo da Organização Mundial de Saúde

Órgão é responsável, entre outras funções, por monitorar implementação de políticas e ações conjuntas definidas nas Assembleias Mundiais da Saúde

O Conselho Executivo da Organização Mundial da Saúde (OMS) terá representantes brasileiros. O representante do Brasil será o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, tendo como substituto o coordenador da Assessoria Internacional do Ministério da Saúde, Alberto Kleiman. A eleição do Brasil para compor o Conselho Executivo ocorreu na última sexta-feira (24). O órgão, formado por representantes de 34 dos 193 países-membros da entidade, é responsável por organizar os temas que serão discutidos durante as Assembleias Mundiais de Saúde e viabilizar a implementação das políticas e ações conjuntas definidas no evento. A duração do mandato é de três anos.

“O Conselho Executivo é um importante órgão da governança da OMS. A eleição do Brasil como um dos representantes das Américas é o reconhecimento da liderança que nosso país vem construindo em temas relevantes para a saúde global e do papel que podemos desempenhar nesse órgão”, observou Barbosa.

“Nossa participação vai fortalecer temas relevantes para o Brasil e outros países em desenvolvimento, como: o acesso aos medicamentos, o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis, a importância da saúde como promotora e resultado do desenvolvimento sustentável, os recursos humanos em saúde, a construção de sistemas universais, a importância da atenção primária da saúde e o fortalecimento das ações de controle e eliminação de doenças transmissíveis – aids, tuberculose e doenças negligenciadas, entre outros”.

O Conselho Executivo da OMS se reúne duas vezes por ano – uma em janeiro e outra após a Assembleia Mundial da Saúde. O Brasil se somará a outras cinco nações responsáveis por representar as Américas no órgão: Argentina, Cuba, México, Panamá e Suriname. As demais regiões do mundo possuem o seguinte número de participantes-membros: África (7), Sudeste asiático (3) Europa (8), Mediterrâneo oriental (5) e Pacífico ocidental (5).

“A escolha para o Conselho é um importante resultado da política internacional em Saúde que o governo brasileiro, através do Ministério da Saúde, vem implementando. E se soma ao novo protagonismo político do país nos órgãos multilaterais, como, por exemplo, a eleição de  Roberto Azevedo para a direção-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) e de José Graziano para a direção-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO)”, destacou Kleiman.

REUNIÕES BILATERAIS – Além das reuniões realizadas com representantes da Austrália, Canadá, Espanha, Estados Unidos Portugal e Reino Unido, os representantes do Ministério da Saúde também tiveram encontros com as delegações de Burundi, México e Sudão.

A ministra de Saúde de Burundi, Sabine Ntakarutimana, solicitou assessoria técnica ao governo brasileiro para avaliar a possibilidade de uma futura implantação de uma fábrica de antirretrovirais no país africano. O secretário Jarbas Barbosa, colocou à disposição a expertise brasileira para um estudo econômico sobre a viabilidade dessa iniciativa, além do apoio técnico para a constituição de uma autoridade nacional regulatória e laboratório de controle de qualidade de medicamentos naquele país.

O vice-ministro para Prevenção e Promoção da Saúde do México, Pablo Kuri-Morales, destacou a intenção de buscar em experiências brasileiras no combate a doenças crônicas e à dengue soluções para a melhoria da saúde naquele País. O governo mexicano analisa a possibilidade de utilizar uma ação similar ao programa brasileiro Saúde Não Tem Preço, que já beneficiou 14 milhões de brasileiros. A iniciativa ampliou o acesso no Brasil a 14 medicamentos para diabetes, asma e hipertensão. Em relação à dengue, a reunião deu destaque à atuação brasileira no combate ao mosquito Aedes aegypt, como a utilização de larvicidas e inseticidas seguros para a saúde humana para diminuir a população do inseto em áreas com alta incidência da doença.

Já o ministro do Sudão, Bahar Idrees Abu Garda, propôs uma aproximação com o Brasil para conhecer a experiência na atenção básica. Barbosa explicou o funcionamento da Estratégia Saúde na Família, que atualmente beneficia cerca de 105,5 milhões de pessoas em 5.297 municípios brasileiros. A estratégia amplia e aprimora a assistência à saúde dos brasileiros por meio de 257 mil Agentes Comunitários de Saúde que atuam nas 33 mil Equipes de Saúde da Família.
 
Por Wesley Kuhn, da Agência Saúde.
Atendimento à Imprensa
(61) 3315 3580 e 3315-2351

Curso para ACS

Publicada em 29/05/2013

ETSUS-MS oferece o Aperfeiçoamento em Saúde do Idoso

A Escola Técnica do SUS Profª Ena de Araújo Galvão (ETSUS-MS), em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, em conjunto com as gerências estaduais de Saúde do Idoso e da Estratégia Saúde da Família, oferece o Curso de Aperfeiçoamento em Saúde do Idoso para Agentes Comunitários de Saúde. A formação, com carga horária de 80 horas, é financiada pelo Programa de Formação dos Profissionais de Nível Médio para o SUS (Profaps), do Ministério da Saúde.
 
Segundo a coordenadora pedagógica Ewangela Aparecida Pereira da Cunha, o curso faz parte do planejamento das atividades de formação da ETSUS. "A saúde do idoso é uma prioridade regional e nacional. Os agentes comunitários são trabalhadores fundamentais na Estratégia Saúde Família por desenvolverem, prioritariamente, ações de cunho educativo junto à população em geral", disse.
 
De acordo com ela, o aperfeiçoamento destina-se aos trabalhadores dos 79 municípios do estado. Até outubro de 2013, serão formadas 65 turmas com 20 alunos em cada uma, em média.