segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Questionamentos

Posted: 15 Dec 2013 11:09 PM PST
Rio de Janeiro- Organizações da sociedade civil que há dez anos monitoram o atendimento a pacientes com aids pelo Ministério da Saúde temem um retrocesso no país. Após anúncio de mudanças no tratamento para pessoas que acabaram de ser diagnosticadas com HIV e de medidas para facilitar a testagem, o Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual (GTPI) divulgou comunicado sugerindo que o sucesso do programa brasileiro pode estar em em risco.
 
O documento da ONG questiona a realização de teste rápido para HIV em grandes eventos, que pode acabar constrangendo os pacientes na frente de pessoas conhecidas, caso o resultado dê positivo, e a disponibilização do teste, a baixo custo, em farmácias, a partir de 2014. 
 
Para o GTPI, o aconselhamento pré e pós-testagem são fundamentais para pacientes com HIV positivo que podem ter uma reação inesperada ou se afastar do tratamento.
 
Outra preocupação é com a oferta de medicamento para pessoas diagnosticadas com HIV que não desenvolveram sintomas da aids. Embora a antecipação do tratamento possa salvar vidas, pois pacientes morrem no primeiro ano após o diagnóstico, o GTPI alerta que o tratamento deve ser focado na melhoria da qualidade de vida do paciente e não na prevenção da transmissão.
 
“O tratamento traz vantagens como o aumento da expectativa de vida, mas também efeitos colaterais”, disse a coordenadora do GTPI, Marcela Vieira. Entre as desvantagens cita a lipodistrofia, que é a distribuição irregular de gordura pelo corpo, a perda da visão e doenças crônicas como o câncer. “Parece uma decisão trivial, mas o tratamento para HIV tem que ser uma decisão pessoal. O portador de HIV não pode ser induzido ao uso do medicamento para prevenir a transmissão”.
 
Na avaliação do grupo de trabalho, o ministério também retrocede no combate ao preconceito e ao estigma. Um exemplo foi a retirada do ar em maio deste ano de campanhas educativas voltadas para o público onde a epidemia mais avança: meninos gays e meninas entre 14 e 19 anos. A campanha tratava da homofobia, do uso de preservativos e da gravidez na adolescência.
 
Agência Brasil

Ameaças a saúde

Posted: 15 Dec 2013 11:25 PM PST
Os portadores podem comer terra, substituir refeições por álcool, ingerir grandes quantidades de comida, entre outros problemas
 
Por Dr. Hewdy Lobo
 
Os Transtornos Alimentares também chamados distúrbios da alimentação mais conhecidos pela sociedade são anorexia nervosa e a bulimia nervosa. Infelizmente, existem outros tipos graves de perturbação do comportamento alimentar que causam sofrimento, como os transtornos da compulsão alimentar periódica (TCAP), o picacismo, a ortorexia, a vigorexia, a drunkorexia e o transtorno de ruminação. 
 
Uma pessoa passa apresentar um destes adoecimentos mentais através da combinação de muitos fatores. Alguns destes podem ser questões sociais como a dinâmica familiar, cultura magreza, mídia que hipervaloriza a beleza, pressões sociais para o sucesso. Outras causas são efetivamente mais psicológicas como dificuldades em lidar com problemas pessoais e alterações doentias dos pensamentos.  
 
Sempre deve-se lembrar das causas biológicas como a presença de outros transtornos mentais, pois é comum que alguns portadores de depressão, transtorno bipolar e dependência química apresentem doenças alimentares ao mesmo tempo. 
 
Além disso, em todos estes transtornos podem estar presentes sintomas como redução do sono, diminuição da capacidade de trabalho, falta de disposição para atividades rotineiras e estes sintomas desaparecem com o tratamento adequado. Outro fator comum é a presença do uso de substâncias psicoativas, como a cocaína, álcool e anfetaminas. 
 
O tratamento, assim como no caso da anorexia nervosa e da bulimia nervosa, é complexo, sendo necessário o acompanhamento por equipe multidisciplinar, sendo essencial a participação do médico psiquiatra para a avaliação médica e solicitação de exames; do psicólogo para avaliação psicológica e psicoterapia individual ou em grupo; do nutricionista para a reeducação alimentar e adequação do peso; do assistente social para o amparo social e familiar; e o terapeuta ocupacional para a reabilitação do indivíduo em suas atividades cotidianas. 
 
Infelizmente não existem medicações específicas para o tratamento destes adoecimentos ao mesmo tempo psíquico e nutricional. Apesar dos transtornos alimentares serem graves, complexos e causarem grande sofrimento para o portador, é possível a pessoa ter uma vida normal e com qualidade, principalmente se puder contar com a ajuda da família e de amigos. 
 
A seguir você poderá conhecer um pouco sobre cada um destes chamados transtornos alimentares:        
Transtorno da compulsão alimentar periódica - TCAP
Os sintomas do TCAP estão relacionados a padrões de alimentação alterados e doentios causadores de enorme sofrimento para o portador e para os familiares. A ingestão de alimentos neste transtorno é exagerada em comparação às pessoas próximas, alguns chegam dizer ??como muito mais que todos??, e sem contexto comemorativo. 
 
Este adoecimento gera grande sofrimento para o portador que geralmente demora a reconhecer ou ter o diagnóstico devidamente encontrado, repercute com grande desconforto físico e psicológico e por consequência leva ao aumento do peso e a obesidade.  
 
Muitos portadores relatam constrangimento diante de seu comportamento de comer de forma exagerada, sendo que preferem comer de forma solitária, para evitar críticas e desgastes com pessoas do relacionamento mais próximo. 
 
Vale ressaltar que diferentemente da bulimia nervosa, no TCAP não há o comportamento de purgar e atividades físicas excessivas. Isto é importante compreender, porque muitos comportamentos do TCAP são comuns com os sintomas da bulimia nervosa. 
 
Picacismo
Pica ou picacismo é nome que representa a ingestão de substâncias que não apresentam nenhum valor nutritivo e o portador continua ingerindo de forma persistente e desassociada a qualquer prática cultural. 
 
Segundo os psiquiatras brasileiros, Appolinário e Claudino (2000), nestes quadros é comum observar o consumo de terra, barro, cabelo, alimentos crus, cinzas de cigarro e fezes de animais. 
 
As principais complicações desta doença acontecem no sistema digestivo e podem ocorrer intoxicações.  
 
Nestes casos é necessário o médico avaliar se o comportamento de pica não se trata de um sintoma de outro adoecimento, como, por exemplo, no caso da esquizofrenia em que a pessoa acaba comendo substâncias sem valor nutritivo pela incapacidade de diferenciar o certo do errado. 
 
Outra informação que merece destaque é a necessidade de investigação do pica no pré-natal, uma vez que é alta a prevalência de pica entre gestantes, como observou Saunders e colaboradores (2009) em um estudo que revelou que 14,4% entre 227 gestantes apresentavam pica em uma maternidade escola do Rio de Janeiro. 
 
Ortorexia
A ortorexia nervosa, ainda é um quadro muito discutido nos meios científicos, não sendo contemplado nos manuais de diagnósticos das doenças mentais. Este adoecimento é caracterizado pelo comportamento exagerado, repetido e doentio pela busca da saúde alimentar, qualidade e pureza dos alimentos. Uma das consequências deste hábito alimentar radical e doentio é a restrição, ou até exclusão, de alguns alimentos necessários para a saúde física, o que pode levar à carência de nutrientes e gerando prejuízos para a saúde. 
 
O tempo produtivo e os comportamentos do indivíduo portador deste adoecimento se voltam quase exclusivamente para o ritual de comer, desde o planejamento, compra e preparo dos alimentos até o ato de ingerir.  
 
Estes comportamentos somados ao fato do portador sentir necessidade de convencer pessoas próximas a adotarem a mesma dieta, acaba sendo comum o desgaste e dificuldades de relacionamentos, conflitos e finalmente o isolamento social. 
 
Vigorexia
A vigorexia também é discutida no meio acadêmico dos estudiosos destes assuntos e não foi reconhecida nos manuais de diagnósticos médicos. 
 
O portador de vigorexia apresenta uma preocupação extrema e contínua em ser forte e musculoso. Devido a sua distorção da imagem corporal, ou seja, não enxergam seus próprios corpos de maneira real, estes indivíduos percebem-se como fracos e pequenos, mesmo quando já possuem um corpo com musculatura acima da média do local onde vivem. 
 
Assim os portadores realizam atividades excessivas e repetidas para aliviarem seus desconfortos como: exercícios físicos de forma exacerbada, menos atividades aeróbicas pelo medo de perderem a aparência de musculoso; e dietas restritivas e ingestão de suplementos alimentares, que podem gerar diversas complicações à saúde pelo uso de forma inapropriada e sem preocupação com segurança da sua saúde. 
 
Infelizmente, entre a população de pessoas com esta perturbação da saúde, também é frequente o uso de esteroides e anabolizantes, que são drogas e podem causar dependência, além de complicações físicas, mentais e até morte.  
 
Drunkorexia
A drunkorexia ainda estar em discussão entre a comunidade médica. Este é o nome proposto para esta associação simultânea dos adoecimentos da dependência de álcool com a anorexia nervosa que traz danos tanto decorrentes do consumo do álcool como pela redução alimentar extrema. O relato das pessoas portadoras da drunkorexia é de que o álcool tira apetite, e de que preferem substituir as calorias dos alimentos pela do álcool, além destas bebidas diminuírem a ansiedade diante do medo da alimentação aumentar o peso e tornar o corpo feio. Ainda hoje não é possível determinar qual doença ocorre primeiro, se o alcoolismo ou a anorexia nervosa.
 
Transtorno de ruminação
O transtorno de ruminação é caracterizado por episódios de regurgitação, ou seja remastigação, frequentes. Segundo Appolinário e Claudino (2000): "As principais complicações médicas podem ser desnutrição, perda de peso, alterações do equilíbrio hidroeletrolítico, desidratação e morte".

Artigo elaborado com a colaboração da psicóloga Ana Carolina Schmidt, da Vida Mental Serviços Médicos. 
 
Minha Vida

Doe Vida!

CA de Mama

Mortes por câncer de mama aumentam 14% no mundo

(O Estado de S. Paulo) 
 
 O número de mortes decorrentes do câncer de mama no mundo cresceu 14% entre 2008 e 2012, aponta relatório divulgado ontem pela Agência Internacional para a Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), órgão vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS). Foi a maior alta entre todos os 28 tipos de câncer pesquisados.
  No ano passado, 522 mil mulheres morreram vítimas da doença. A incidência desse tipo de câncer também aumentou. Cerca de 1,7 milhão de mulheres foram diagnosticadas com o tumor no ano passado, número 20% superior ao registrado em 2008.

Segundo pesquisadores da agência, a alta é puxada pelo aumento no número de casos e de mortes nos países menos desenvolvidos, nos quais os tratamentos mais avançados ainda não estão disponíveis.

Considerando todos os tipos de câncer, foram 14,1 milhões de casos e 8,2 milhões de mortes no ano passado, contra 12,7 milhões de registros e 7,6 milhões de óbitos registrados no levantamento anterior, referente ao ano de 2008. No caso das mortes, a alta foi de quase 8%,

A estimativa da Iarc é de que o número de casos no mundo chegue a 19,3 milhões em 2025, por causa do aumento e do envelhecimento da população. Os tipos mais comuns de câncer registrados no ano passado foram de pulmão (13%), mama (11,9%) e colorretal (9,7%).

Brasil. No País, os índices de incidência e mortalidade dos dois tipos mais comuns de câncer são maiores do que os índices mundiais. No caso do câncer de mama, o mais comum entre as mulheres, foram 59,5 casos para cada 100 mil habitantes, contra 43 casos por 100 mil habitantes no mundo.
Já o tumor de próstata, o mais recorrente entre os homens, teve 76,2 registros para cada 100 mil habitantes no País. Em todo o mundo, a incidência cai para 31,1 casos para cada 100 mil habitantes.

Acesse o PDF: Mortes por câncer de mama aumentam 14% (O Estado de S. Paulo - 13/12/2013)   

Evento

II Mostra de Experiências em Gestão Estratégica e Participativa no SUS

Instituição:
Ministério da Saúde
 
Local:
Brasília - DF
 
Período:
02/02/2014 a 06/02/2014
 
Link:
http://www.saude.gov.br/expogep
 
Informações:
O evento busca promover a troca de experiências exitosas em gestão estratégica e participativa implementadas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ao longo dos seus 25 anos

Veja se seu município foi contemplado

Disponibilizamos hoje, dia 16 de Dezembro- 28 Novas Normas e 01 Retificação

Pelo Gabinete do Ministro - GM
PORTARIA Nº 3.091, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013
O inciso VI do art. 16 da Portaria nº 121/GM/MS, de 25 de janeiro de 2012, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art.. 16. .............................................................................
VI - cópia do projeto encaminhado para conhecimento da Comissão Intergestores Bipartite (CIB)." (NR)

Pela Secretaria Executiva - SE
PORTARIA Nº 1.058, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013
Esta Portaria defere os pedidos de credenciamentos para apresentação de projetos no âmbito Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD) das instituições abaixo relacionadas:
PORTARIA Nº 1.059, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013
Esta Portaria defere os pedidos de credenciamentos para apresentação de projetos no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON) das instituições abaixo relacionadas:
PORTARIA Nº 1.060, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013
Esta Portaria indefere os pedidos de credenciamentos para apresentação de projetos no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON) da instituição abaixo relacionada:

Pelo Fundo Nacional de Saúde - FNS
PORTARIA Nº 92, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013
Prorrogar, até 29/11/2014, o prazo de execução do Plano de Trabalho aprovado pela Portaria SE/MS nº. 620/2006 publicada no DOU nº , Seção , de 27/12/2006.
PORTARIA Nº 93, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013

Prorrogar, até 30/06/2014, o prazo de execução do Plano de Trabalho aprovado pela Portaria SE/MS nº. 311/2008 publicada no DOU nº 228, Seção 1, de 24/11/2008..
CONSULTA PÚBLICA N° 53, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2013
Fica estabelecido o prazo de 30 (trinta) dias para envio de comentários e sugestões ao texto da proposta de Resolução que dispõe sobre as Boas Práticas no Ciclo do Sangue, conforme Anexo.

Pela Secretaria de Atenção à Saúde - SAS
PORTARIA Nº 1.402, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013
Ficam habilitados os Centros de Especialidades Odontológicas (CEO), relacionados no Anexo a esta Portaria, a receberem a antecipação dos incentivos financeiros destinados à implantação dos serviços especializados de saúde bucal, de acordo com a Portaria nº 283/GM/MS, de 22 de fevereiro de 2005. Parágrafo único. O não atendimento às condições e características definidas na Portaria nº 283/GM/MS, de 22 de fevereiro de 2005, pelos Municípios pleiteantes, implica, na devolução ao Fundo Nacional de Saúde do recurso repassado.
PORTARIA Nº 1.403, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013
Ficam habilitados os Centros de Especialidades Odontológicas (CEO), relacionados no Anexo a esta Portaria, a receberem os incentivos financeiros destinados ao custeio mensal dos serviços especializados de saúde bucal.
PORTARIA Nº 1.405, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2013
Fica remanejado o limite financeiro anual referente à assistência de média e alta complexidade hospitalar e ambulatorial sob gestão estadual, conforme descrito no anexo I desta Portaria, e sob gestão dos municípios, conforme detalhado nos anexos II e III..
PORTARIA Nº 1.406, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013

Fica homologada a adesão dos municípios do Grupo III, relacionados no Anexo a esta Portaria, que apresentam população inferior a 150 mil habitantes e maiores taxas de mortalidade infantil de acordo com o Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI) e que integrarem os territórios dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas da Região Norte, conforme disposto na Portaria n° 3059 de 11 de dezembro de 2013.
PORTARIA Nº 1.407, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013
Fica cancelado o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social na Área da Saúde (CEBAS), concedido pela Portaria nº 411/SAS/MS, de 17 de abril de 2013, à Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro - BA (CNPJ 15.891.047/0001-60) a partir de 1º de março de 2011, data de ocorrência do inicio do fato gerador do descumprimento de requisito obrigatório à certificação.

PORTARIA Nº 1.408, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013
Ficam desabilitados no Código 13.02, os estabelecimentos de saúde constantes do Anexo a esta Portaria, contemplados com Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), explicitando as equipes multidisciplinares (EMAD tipo 1, EMAD tipo 2 e EMAP) sediadas nos referidos.
PORTARIA Nº 1.409, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013
Fica desabilitado o Hospital a seguir relacionado, no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde - (SIH/SUS) como Amigo da Criança

PORTARIA Nº 1.410, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013
Ficam habilitados, no código 13.02, os estabelecimentos de saúde constantes do Anexo a esta Portaria, contemplados com Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), explicitando o número de Equipes Multidisciplinares (EMAD e EMAP) sediadas nos Municípios listados, a receberem incentivos financeiros referentes ao Melhor em Casa (Atenção Domiciliar).
PORTARIA Nº 1.411, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013

Fica concedida renovação de autorização para realizar retirada e transplante de córnea aos estabelecimentos de saúde a seguir identificados:
PORTARIA Nº 1.412, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013

Fica incluído na equipe de transplante habilitada pela Portaria nº 830/SAS/MS, de 25 de julho de 2013, publicada no Diário Oficial da União (DOU) nº 143, de 26 de julho de 2013, Seção 1, página 33, o membro abaixo conforme nº do SNT 1 11 13 DF 02:
PORTARIA Nº 1.413, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013

Fica substituído o responsável técnico, Hermógenes Petean Filho, cirurgião vascular, CRM 52189658, constante na Portaria nº 461/SAS/MS, de 25 de abril de 2013, publicada no Diário Oficial de União (DOU) nº 80, de 26 de abril de 2013, Seção 1, página 52, conforme nº do SNT 1 01 13 RJ 14, e nomear como responsável técnico pela equipe, Álvaro  Modesto Borela, nefrologista,CRM 52420045.
PORTARIA Nº 1.414, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013
Fica desabilitado o Hospital Universitário, CNES 3157245, em Diagnostico, Tratamento e Reabilitação Auditiva na Alta Complexidade, código 03.03;

Pela Secretaria de Estado de Saúde - SAS
RESOLUÇÃO CONJUNTA SES/FIA Nº 180 DE 27 DE NOVEMBRO DE 2013
Descentralizar a execução do crédito orçamentário na forma a seguir especificada:
RESOLUÇÃO CONJUNTA SES/SEDEC Nº 164 DE 24 DE SETEMBRO DE 2013
Descentralizar a execução do crédito orçamentário na forma a seguir especificada:
RESOLUÇÃO SES Nº 804 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013
Determinar, como medida de interesse sanitário, a interdição da Central de Material Esterilizado e Lavanderia do estabelecimento HOSPITAL MUNICIPAL SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA, CNPJ: 29.172.475/0001-47, situado na Rua São Pedro de Alcântara, nº 01 - Pontal - Paraty - RJ.
RESOLUÇÃO SES Nº 805 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013
Determinar, como medida de interesse sanitário, a interdição cautelar, suspensão da venda e uso do produto TOMATO KETCHUP, lote L27, data de fabricação NÃO CONSTA, data de validade 31/07/2014, marca HEINZ, fabricado por HEINZ BRASIL S/A, CNPJ: 50.955.707/0004-72, localizada na Rodovia GO 080, KM 26 – Nerópolis - Goiás - GO.
RESOLUÇÃO SES Nº 806 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013
Determinar, como medida de interesse sanitário, a interdição cautelar, suspensão da venda e uso do produto LEITE EM PÓ INTEGRAL, lote NÃO CONSTA , data de fabricação 12/04/2013, data de validade 12/04/2014, marca FAZENDAS DO RIO, produzido por  Fábrica de Laticínios Celles Cordeiro Alimentos Ltda. CNPJ: 60.963.972/0007-07, localizada na Rua Dina Machado Botelho, nº 7 - Macuco Rural Park - Macuco - RJ.

RESOLUÇÃO SES Nº 807 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013
Determinar, como medida de interesse sanitário, a interdição cautelar, suspensão da venda e uso do produto BISCOITO RECHEADO SABOR BRIGADEIRO, lote 160, data de fabricação NÃO CONSTA, data de validade 09/06/2014, marca BAUDUCCO, fabricado por Pandurata Alimentos Ltda., CNPJ: 70.940.994/0052-51, localizada na Rua José Antônio Pereira Passos, nº 899 - Extrema - Minais Gerais - MG.
RESOLUÇÃO SES Nº 808 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013
Determinar, como medida de interesse sanitário, a interdição cautelar, suspensão da venda e uso do produto BISCOITO SABOR BAUNILHA COM RECHEIO SABOR CHOCOLATE, lote 120 09:08 M3 R1, data de fabricação NÃO CONSTA, data de validade 30/04/2014, marca BAUDUCCO, fabricado por Pandurata Alimentos Ltda., CNPJ: 70.940.994/0052-51, localizada na Rua José Antônio Pereira Passos, nº 899 - Extrema - Minais Gerais - MG.
RESOLUÇÃO SES Nº 809 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013
Determinar, como medida de interesse sanitário, a interdição cautelar, suspensão da venda e uso do lote NÃO CONSTA, do produto ÁGUA MINERAL NATURAL FLUORETADA E RADIOATIVA NA FONTE, marca RIO BONITO, data de fabricação 18/10/2013, data de validade NÃO CONSTA, concessionária FONTE SÃO FRANCISCO LTDA, CNPJ: 31.517.964/0001-35, localizada na Rua São Francisco de Assis, nº 200 - Rio Vermelho - Rio Bonito - RJ..

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Inauguração

Inauguração da Sala de Apoio à Amamentação

Instituição:
Centro de Saúde Escola Germano Silval Faria (CSEGSF/ENSP/Fiocruz)
 
Local:
Centro de Saúde Escola Germano Silval Faria (CSEGSF/ENSP) Rua Leopoldo Bulhões, 1.480 - Manguinhos/RJ
 
Período:
13/12/2013 a 13/12/2013
 
Informações:
O Centro de Saúde Escola Germano Silval Faria e o Centro de Saúde Escola Manguinhos convidam a todos para a inauguração da Sala de Apoio à Amamentação às 14h.

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Formação técnica dos Agentes Comunitários de Saúde

Formação técnica dos Agentes Comunitários de Saúde
Talita Rodrigues
Após quase dez anos da aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso técnico dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), essa formação ainda não é uma realidade na maior parte do Brasil.

 Para discutir a importância dessa luta, foi realizado na Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV), de 25 a 27 de novembro, o seminário ‘Contribuições da formação técnica do Agente Comunitário de Saúde para a Atenção Básica e para a luta pela sua qualificação profissional’.

A primeira mesa do evento teve como tema ‘A política de formação dos Agentes Comunitários de Saúde’. Aldiney Doreto, coordenador geral de Ações Técnicas em Educação na Saúde do Departamento de Gestão da Educação na Saúde da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, falou sobre o projeto de qualificação do ACS , que ainda está em curso pelo Ministério da Saúde, em parceria com as Escolas Técnicas do Sistema Único de Saúde (ETSUS). Nesse projeto, o Ministério da Saúde financia o Módulo 1 da formação técnica, com carga horária de 400 horas.

Segundo dados apresentados por Aldiney, desde 2005, 72% dos ACS do país fizeram a primeira etapa da formação técnica. “Alguns estados, como o Piauí e Sergipe, estão fazendo a formação completa com os recursos do Módulo 1, mas existem muitas dificuldades para concluir a formação dos ACS, como o vínculo precário, que acaba fazendo com que muitos deixem a função”, disse Aldiney. “O Ministério da Saúde vê a formação dos ACS como uma ferramenta poderosa para a mudança. Nenhuma tecnologia salvou tantas vidas como a incorporação do ACS na Estratégia Saúde da Família”, disse, admitindo, porém, que o Ministério apenas induz a formação dos ACS financiando o primeiro módulo, mas que os módulos 2 e 3 não são financiados pelo governo federal, ficando a cargo dos estados e municípios. “O governo federal não pode interferir. Estados e municípios têm que agir”, disse.

A diretora da Escola de Formação Técnica em Enfermeira Saúde Izabel dos Santos, Marta de Fátima Barbosa, falou sobre as dificuldades enfrentadas pela escola nos últimos anos, quando foi transferida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro da Secretaria de Saúde para a Secretaria de Ciência e Tecnologia. Antes dessas mudanças, a escola, que é uma ETSUS, fez a formação de 4.700 ACS no Módulo 1 do curso. Posteriormente, parte desses profissionais cursou os Módulos 2 e 3 na EPSJV.

Atualmente, a Escola Izabel dos Santos está participando, juntamente com a EPSJV, da coordenação do Projeto Caminhos do Cuidado no Rio de Janeiro, que irá fazer a formação em Saúde Mental de ACS e técnicos de Enfermagem da Atenção Básica.

O papel da EPSJV no processo formativo dos ACS do Rio de Janeiro foi o tema da fala do diretor da Escola, Paulo César de Castro Ribeiro. “Nós apostamos na formação técnica integral e integrada para que os profissionais tenham um entendimento mais amplo do SUS e de sua inserção nesse sistema”, disse Paulão, acrescentado que a EPSJV defende a formação completa dos ACS e que esta formação seja feita pelas ETSUS. “Mas a Escola Politécnica não tem como atender a todas as demandas. Por isso, é muito importante que a Escola Izabel dos Santos volte a se colocar nesse processo formativo”, acrescentou, informando ainda que a EPSJV deve abrir uma nova turma, talvez em parceria com a Escola Izabel dos Santos, para oferecer os módulos 2 e 3 para os ACS do Rio de Janeiro.

Em 2011, a EPSJV concluiu a formação da primeira turma de ACS da região Sudeste a fazer um curso técnico. Foram formados agentes que atuam na região de Manguinhos, na cidade do Rio de Janeiro. Em dezembro de 2012, a EPSJV concluiu a formação de sete turmas, com a participação de 210 ACS que atuam em várias regiões do município do. Os ACS que participaram do curso já haviam realizado a primeira etapa da formação na Escola Técnica Izabel dos Santos. Atualmente, a EPSJV está fazendo a formação de mais uma turma de ACS, com 31 alunos, do Rio de Janeiro e de Duque de Caxias. Esse novo grupo de técnicos irá concluir o curso até setembro de 2014.

Paulo César falou também sobre a importância da organização dos ACS para que consigam conquistar seus direitos e lutar pela sua formação. “É importante ter uma organização para uma melhor representação da categoria”, disse o diretor. Para ele, a formação integral também é importante para que os ACS sejam agentes das mudanças do SUS e para o fortalecimento do sistema como um todo. Nesse sentido, outra questão importante para os ACS é o tipo de vínculo empregatício. “Cada lugar tem uma forma de inserção e os profissionais se submetem a ela porque precisam trabalhar, mas para que o trabalho dos ACS tenha efetividade e continuidade, os vínculos estatutários mais estáveis são essenciais. Temos que ter isso como pauta de luta para que o agente público tenha capacidade para enfrentar esses problemas”, defendeu.

Qualificação profissional

‘A luta dos ACS pela sua qualificação profissional’ foi o tema da segunda mesa do seminário. Jane Oliveira, do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (Sinacs-RJ), lembrou que o Rio de Janeiro é um dos estados brasileiros mais atrasados em relação à qualificação e desprecarização dos ACS. “Menos de 50% dos ACS são efetivados no estado, alguns só têm contratos informais, e a maioria tem apenas o curso introdutório. Outros começaram a trabalhar sem ter nenhum tipo de formação”, disse Jane, lembrando ainda que os ACS são uma carreira exclusiva do SUS e a única categoria da Atenção Básica que trabalha 40 horas por semana. Para melhorar as condições de trabalho, Jane lembrou da importância da união e da mobilização da categoria. “O sindicato só pode ser movido se os trabalhadores estiverem presentes. Se eles não estiverem no conjunto da luta, não podemos avançar”, concluiu.

Em Palmas (TO), essa luta resultou na efetivação dos Técnicos em Agentes Comunitários de Saúde (TACS), em 2008, após concluírem a formação técnica. Ricardo Silva, ex-presidente da Associação Tocantinense dos ACS, ressaltou que os ACS precisam de fundamentação teórica para orientar melhor as famílias atendidas por eles. “Cabe aos ACS identificar problemas e buscar soluções, só isso já justifica a formação técnica, que beneficia as pessoas para as quais estamos trabalhando”, disse Ricardo, que completou: “Durante muito tempo fomos tratados como aqueles que estão na ponta, mas precisamos estar inseridos no processo. A saúde do SUS é a gente que faz”.

Na cidade do Rio de Janeiro, os ACS continuam lutando pela formação técnica e a efetivação com um vínculo mais permanente, pois, atualmente, todos os profissionais do município são contratados por meio de Organizações Sociais (OS). “Estamos buscando a formação técnica para todos e brigando pela criação do cargo de ACS dentro da estrutura do município. A Escola Politécnica tem sido uma academia de debates para os ACS. No curso, percebemos como é importante nos qualificarmos e também nos organizarmos para lutar por nossos direitos”, disse Kelson Gonçalves, que se formou técnico em ACS pela EPSJV e integra a Direção do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do município do Rio de Janeiro (Sindacs-RJ).

Assim como acontece no Rio de Janeiro, a situação dos ACS de Belford Roxo (RJ) também é de precarização e falta de qualificação profissional. “Mas a luta por melhorias tem que ser conjunta. Muitos ACS não participam do sindicato. Precisamos construir uma base sólida para lutar por melhores condições de trabalho. Para que as coisas mudem, os ACS também têm que mudar”, disse o diretor estadual do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais da Saúde e Previdência Social (Sindisprev-RJ), Reinaldo Gonçalo Mendes, que lembrou ainda que os ACS são fundamentais para o trabalho da equipe de Saúde da Família por estarem dentro da casa das pessoas.

A mudança de atitude e a formação técnica já são realidade em Recife (PE), onde os ACS são técnicos e foram efetivados pelo governo municipal. “Essa construção nos faz fortes. Se não houver isso, nada vai para frente. Em 2006, ainda éramos contratados e, mesmo assim, fizemos nossa primeira greve. Todo mundo despertou para a luta. Conseguimos fazer o curso no nosso horário de trabalho e essa formação serve como instrumento de libertação e motivação. O ACS é um agente transformador e a comunidade confia na gente. As grandes lutas e as grandes conquistas se dão nas ruas”, disse Ednaiptan da Silva, diretor de Formação e Prática Sindical do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e Combate as Endemias do Estado de Pernambuco (Sindacs-PE).

Educação Popular

A ‘Contribuição da formação em saúde, com base na educação popular, para a Atenção Básica’ foi o tema do segundo dia do seminário. José Wellington de Araújo, do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos em Saúde, da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), falou sobre a importância da educação em saúde para melhorar a qualidade de vida das pessoas. “Muitas vezes, um problema está tão naturalizado para uma população que ela não consegue enxergar uma solução. É preciso que alguém de fora mostre a solução”, disse ele. Para exemplificar, José Wellington contou um fato ocorrido na década de 1970 no interior do Ceará, onde atuava como médico. “Havia um grande índice de crianças com desnutrição proteica. Reuni as mães e expliquei a diferença entre proteína e carboidrato. Elas entenderam a situação e a desnutrição diminuiu”.

Sonia Acioli, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), falou que a Educação Popular em Saúde deve usar o diálogo como elemento de construção das práticas, privilegiando a troca de saberes, a realidade local e as experiências da população. “Nesse processo, as práticas devem orientar as teorias e os processos de trabalho devem ser participativos”, disse ela, que completou: “Ninguém sabe mais ou menos do que o outro. Os saberes são diferentes, por isso, o planejamento das ações educativas deve ser coletivo”.

A professora-pesquisadora da EPSJV Vera Joana Bornstein destacou que trabalhar com a educação em saúde é fundamental para todos os profissionais da Atenção Básica. “A educação popular é uma forma diferente de fazer educação em saúde. E a educação popular deve ser problematizadora, e não partir de uma verdade que não pode ser questionada. Tem que partir das perguntas para entender a situação”, disse Vera.

Formação técnica

A ‘Contribuição da formação técnica do ACS para a Atenção Básica ‘ foi o tema da mesa que encerrou o seminário. Representantes das secretarias municipais de saúde de Palmas (TO), Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ) falaram sobre as experiências de formação nesses municípios.

Nígima Cristina de Oliveira, de Palmas, falou sobre a repercussão da formação técnica para os ACS . Ela contou que após completarem o curso, os TACS passaram a repensar suas práticas, melhoraram a autoestima, desenvolveram projetos comunitários, entre outras mudanças no trabalho em equipe. “A formação técnica também trouxe um protagonismo para os TACS na equipe, que passaram a ter uma participação mais qualificada nas reuniões técnicas e nos processos de educação permanente”, disse ela.

No Rio de Janeiro, apenas 10% dos quatro mil ACS têm a formação técnica. Flávio Augusto de Souza, que participou da formação de parte desses ACS, falou sobre a experiência dessa formação, realizada por meio de uma parceria entre a EPSJV e a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDC-RJ). Flávio também falou sobre a cobertura da Estratégia Saúde na Família (ESF) no município , que tem 826 equipes, atendendo 45% da cidade. “Temos que pensar no trabalho do ACS e seu papel transformador na Estratégia Saúde da Família”, disse ele.

Em Recife (PE), a formação técnica dos ACS contou com a participação dos profissionais em todas as etapas do curso. “Eles participaram da construção do programa pedagógico e da comissão de gestão do curso”, contou Mauricéia Maria de Santana, que fez parte da comissão pedagógica. Em Recife, os ACS foram efetivados em 2006 e, em 2012, completaram a formação técnica. “Após o curso, muitos se sentiram motivados a continuar a estudar, tiveram sua identidade resgatada e se sentiram protagonistas da educação em saúde. Para dar um exemplo, atualmente, o presidente do Conselho Municipal de Saúde de Recife é um Técnico em Agente Comunitário de Saúde”, conclui Mauricéia.

Via Internet

Seminário do Laboratório de Inovação em Atenção Domiciliar será transmitido via internet

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Quem não puder estar presente ao Seminário Nacional do Laboratório de Inovação em Atenção Domiciliar, que acontece em Brasília nos dias 5 e 6 de dezembro, poderá acompanhar por meio da internet, ao vivo, as apresentações das 19 experiências selecionadas pelo Laboratório de Inovação em Atenção Domiciliar. Para ter acesso, basta acessar o endereço http://www.livestream.com/opsenvivo. Para quem não puder assistir ao vivo, a íntegra do seminário também ficará disponível no mesmo endereço.
 
As 19 experiências selecionadas por chamada pública no início deste ano são de 10 serviços de saúde brasileiros e foram escolhidas em função das soluções encontradas pelos profissionais de saúde para questões relacionadas à gestão das atividades ou aos cuidados dispensados aos pacientes e seus cuidadores. O objetivo é permitir a troca de experiências entre os profissionais dos serviços, de maneira a aperfeiçoar as ações desenvolvidas nos municípios brasileiros.
 
O Laboratório de Inovação em Atenção Domiciliar é uma iniciativa da Organização Pan-Americana de Saúde e do Ministério da Saúde do Brasil, buscando dar maior visibilidade às experiências desenvolvidas nos serviços e ampliar o debate sobre a atenção domiciliar em saúde no Brasil.
 
 
Fonte(s): APS Redes