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Políticas de Equidade em Saúde

Publicado: Quinta, 29 de Junho de 2017, 11h07 Última atualização em Terça, 29 de Agosto de 2017, 17h15

O que é Equidade?

Equidade é um dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e tem relação direta com os conceitos de igualdade e de justiça social. Parte da ideia de respeito às necessidades, diversidade e especificidades de cada cidadão ou grupo social e do reconhecimento que as diferentes condições de vida, habitação, trabalho, renda e de acesso a educação, lazer, cultura e serviços públicos impactam diretamente na saúde.

O conceito de equidade também considera os impactos na saúde das diferentes formas de preconceito e discriminação social, como o racismo, a misoginia, a LGBTfobia e a exclusão social de populações que vivem em situação de rua ou em condições de isolamento territorial, como as do campo, da floresta, das águas, dos quilombos e em nomadismo, como no caso dos ciganos.

Políticas de Promoção da Equidade em Saúde

É um conjunto de Políticas e Programas de Saúde, instituídos no âmbito do SUS, que tem como princípio a equidade e contribui para promover o respeito à diversidade e garantir o atendimento integral no SUS às populações em situação de vulnerabilidade e desigualdade social.

SURDEZ: Libras ajudam no desenvolvimento social

No dicionário da língua portuguesa, a palavra “comunicar” significa compartilhar ideias, sentimentos, emoções, esclarecer alguma coisa, avisar, entre outros. Há pessoas que se comunicam por meio de sinais. Estamos falando das pessoas surdas.

Segundo dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 10 milhões de pessoas surdas. Isso equivale a 5% da população brasileira. Essas pessoas lutam por inclusão social, e é uma das principais pautas da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Entender a lingua de sinais, libras, é um dos primeiros passos para que as pessoas entendam a importância dessas pessoas fazerem parte da sociedade.
A libras foi reconhecida em 2002, pela Lei de nº 10.436 como uma das línguas oficiais do país, sendo regulada pelo Decreto nº 5.626/2005. O que diferencia essa linguagem é que, no lugar do som, as pessoas se comunicam por gestos realizados com as mãos e combinados com expressões corporais e faciais.

Hoje, muito surdos não ganham espaço no mercado de trabalho, por exemplo, porque a língua de sinais não é comum a todos. “Pra mostrar que isso está mudando, hoje temos cerca de 23 cursos de Letras Libras nas Universidades Públicas para trabalhar com essas 10 milhões de pessoas Surdas no Brasil”, destacou o diretor do Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES), Paulo de Bulhões.

Segundo o diretor, as Libras garantem o reconhecimento da luta dessas pessoas. “Aqui no INES, trabalhamos com assessoramento, orientamos e educamos as pessoas Surdas da educação precoce ao ensino superior para que o preconceito com as pessoas que têm menor ou nenhuma capacidade de audição”, destaca ele.

Para ele, a importância de aprender libras reflete não só no desenvolvimento social e emocional das pessoas surdas, mas também de todos que fazem parte do seu convívio. “Ainda precisamos melhorar a compreensão das pessoas sobre o valor da língua de sinais, colocou o diretor.

Projeto do Governo Federal para Surdos
O governo federal tem o projeto Libras Gov, que é o resultado de uma parceria entre o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), por meio da Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

O VLibras é uma tecnologia gratuita e de código aberto, para surdos, que traduz do português para a libras conteúdos presentes em computadores, dispositivos móveis e plataformas na Internet.

Blog da Saúde 

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Hábitos saudáveis ajudam a prevenir a hipertensão

No Dia Nacional de Combate à Hipertensão, 26 de abril, o Ministério da Saúde chama a atenção da população para a importância de hábitos saudáveis como forma de prevenção e controle da pressão alta, como a doença é popularmente conhecida. O consumo excessivo de sal, o tabagismo e, somado a isso, o consumo de álcool e o sedentarismo são fatores de risco associados à hipertensão, que atinge um a cada quatro brasileiros adultos.
Por dia, 829 pessoas morrem por complicações da hipertensão. São mais de 300 mil óbitos por ano, de acordo com os dados preliminares do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. A alimentação inadequada, com o consumo excessivo de sódio (o principal componente do sal), aumenta o risco de hipertensão.
Foi o que aconteceu com a professora Zimar Queiroz, de 41 anos. “Comecei a fazer exames e descobri que eu tinha colesterol alto e que isso estava causando a pressão alta. Mas eu sabia que foi devido à alimentação errada e ao cigarro”, conta Zimar, que descobriu a doença quando estava grávida.
“Na gestação, eu comecei a sentir falta de ar, mal-estar, dor na nuca, dor da cabeça e geralmente minha pressão subia”, relembra a professora, que seguiu as orientações dadas no pré-natal e adotou hábitos saudáveis. Além dos sintomas que a Zimar sentiu, dores no peito, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento no nariz também são sinais da pressão alta.

Diagnóstico

Mas o que fazer quando a pessoa apresenta esses sintomas? Procurar uma Unidade Básica de Saúde. Segundo o coordenador-substituto de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Eduardo Nilson, o Sistema Único de Saúde (SUS) possui equipes de saúde da família preparadas para atender os pacientes, de acordo com gravidade da doença, por meio de consultas individuais com médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde.
“Além da medicação como tratamento, a pessoa receberá orientação sobre a questão nutricional, como relação ao uso do sal para uma dieta saudável, sobre as fontes de sódio e também outras práticas saudáveis que interferem para tratar a hipertensão”, explica Nilson.

Tratamento

O SUS oferece gratuitamente medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde e nas mais de 31 mil unidades farmacêuticas credenciadas ao programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que são 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.
A prática de exercícios físicos também é recomendável e os municípios disponibilizam diferentes atividades para a população, como práticas corporais e tai chi chuan, entre outras atividades ofertadas nos Polos de Academia da Saúde.

Guia Alimentar para a População Brasileira

Para ajudar na prática de uma alimentação saudável, o Guia Alimentar para a População Brasileira tem recomendações para promover a saúde e evitar enfermidades. Recomenda como base da alimentação o consumo de alimentos in natura ou minimamente processados, em grande variedade e predominantemente de origem vegetal; além do uso, em pequenas quantidades, de óleos, gorduras, sal e açúcar ano temperar e cozinhas os alimentos.
O Guia Alimentar para a População Brasileira é uma fonte confiável de informações para auxiliar as pessoas para escolhas mais saudáveis. Confira - Guia Alimentar: Comida de verdade para uma vida mais saudável

Quatro recomendações e uma regra de ouro para alimentação saudável:

Regra 1 - Fazer de alimentos in natura e minimamente processados a base da alimentação
Alimentos que não sofreram nenhum processo industrial. Exemplo: frutas e verduras, castanhas, leite, ovos e carnes.

Regra 2 - Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades
É importante que, apesar de uma vida muito agitada, corrida, tenha-se tempo para preparar alimentos saudáveis. Quando temos tempo para preparar um alimento, temos maior facilidade de acessar alimentos mais saudáveis. E ao cozinhar, podemos utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em quantidades menores.

Regra 3 - Limite o uso de alimentos processados consumindo-os em pequenas quantidades
Alimentos processadas são aqueles que foram adicionados de sal, gordura ou açúcar. Exemplo: legumes em conserva, frutas em compotas; pães; e queijos. Esses alimentos acabam tendo um aporte energético maior por terem mais gordura ou açúcar e precisam ter um consumo limitado ou combinado com alimentos in natura.

Regra 4 - Evite alimentos ultraprocessados
Os alimentos ultraprocessados já são reconhecidos como um dos causadores da obesidade no país. Portanto, devem ser evitados, por exemplo: biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, refrigerante, e macarrão instantâneo.
Regra de Ouro - Prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados
Por mais que a rotina de jovens de 18 a 24 anos seja agitada, conciliando estudo e trabalho, é importante dedicar tempo a alimentação. Ou seja, parar para almoçar, tentar comer em companhia de outras pessoas (porque é mais provável que se consiga comer a mesa, com escolhas melhores). E dar preferência aos locais que servem refeições feitas na hora, como os que servem comida a quilo. Esses restaurantes, normalmente, oferecem pratos que são feitos com alimentos in natura e minimamente processados, onde se encontre arroz, feijão, carne, batata, ovo, mandioca, etc.
Luíza Tiné, para Blog da Saúde 


Precisamos pensar em quem vai cuidar dos idosos

Com informações da Agência Fapesp

Precisamos pensar em quem vai cuidar dos idosos
Os cientistas também estão tentando entender por que o tempo passa mais rápido conforme envelhecemos e como a percepção do envelhecimento muda com a idade.
[Imagem: Duke University]
 
País de idosos
O Brasil está envelhecendo rápido. Hoje são quase 30 milhões de idosos, ou 14,3% da população brasileira. Em 2030, estima-se que o país tenha mais idosos do que crianças, com 41,5 milhões (18%) de pessoas com idade superior ou igual a 60 anos e 39,2 milhões (17,6%) entre zero e 14 anos. O crescimento deve continuar até 2060, quando cerca de 25% da população terá 65 anos ou mais.
A despeito da clara mudança no perfil demográfico que vem ocorrendo há algumas décadas, ainda falta uma política adequada para cuidar dessa parcela crescente da população.

"Precisamos pensar a respeito de qual velhice falamos e sobre como reordenar as políticas públicas frente a crescentes demandas apresentadas por esse grupo. Envelhecimento sempre será um triunfo, nunca deve ser visto como um problema. Basta pensar em qual é a alternativa.

"O que precisamos é envelhecer bem e, se isso não for possível, é necessário que exista uma estrutura social pronta para atender as demandas que cada um de nós possa vir a apresentar," disse Yeda Duarte, coordenadora do estudo Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento (SABE), sobre as condições de vida e saúde dos idosos residentes no município de São Paulo.

Idosos do presente
Para Maria Helena Concone, da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da PUC de São Paulo, não se trata simplesmente de criar estruturas de apoio para os próximos 20 anos. Há carência na atualidade, uma vez que o aumento da longevidade e a redução do número de nascimentos já alteraram a estrutura demográfica brasileira.

O número de habitantes em idade economicamente produtiva (entre 15 e 64 anos) já é menor do que o total de brasileiros considerados dependentes (idosos e crianças). O fim do chamado bônus demográfico - considerado o ideal para o crescimento econômico de um país - foi anunciado no fim de 2018 pelo IBGE, cinco anos mais cedo que o previsto.

De acordo com a pesquisadora, para preparar estruturas de apoio e políticas públicas para os idosos é preciso entender que o processo de envelhecimento, embora seja global, ocorre de maneira diferente de uma pessoa para outra. "Mais que velhice, deveríamos falar em velhices", disse Maria Helena.

Envelhecendo bem?
Na última coleta de dados do projeto SABE (2017), com idosos da cidade de São Paulo, verificou-se que parte das pessoas que hoje têm entre 60 e 65 anos chega a essa idade com condições funcionais comprometidas em comparação às gerações anteriores e necessitando de cuidados. Isso reflete a necessidade de reorganizar a sociedade e criar estruturas e políticas para atender a essas novas demandas.

"Estamos falando das pessoas que nasceram entre 1951 e 1955, na época da denominada 'revolução cultural' ou nos 'anos dourados'. São pessoas que vivenciaram profundas e significativas mudanças nos padrões sociais e só agora será possível saber o impacto ocasionado. Elas vão viver muito, mas, dado o seu comprometimento funcional em idades mais precoces, talvez envelheçam com menos qualidade de vida.

 Junto a isso, temos uma população jovem que está progressivamente sendo reduzida, o que impactará de alguma forma nas futuras estruturas de cuidado para as pessoas longevas que dele necessitarem", apontou Yeda Duarte.

Teste da Linguinha: aliado contra o
desmame precoce

                                Dia 20 de junho é o Dia Nacional do Teste da Linguinha. Nesta data, em 2014, a Presidência da República sancionou a Lei Federal nº 13.002, instituindo a obrigatoriedade da realização do Protocolo de Avaliação do Frênulo da Língua em bebês nascidos em todos os hospitais e maternidades do país, ação pioneira em políticas públicas para prevenção à anquiloglossia, popularmente conhecida como “língua presa”.

Em 2019, portanto, a obrigatoriedade da avaliação nos hospitais e maternidades públicas ou privadas brasileiras completa cinco anos.

O teste é indolor e direito de toda a criança.
A fonoaudióloga e neurofisiologista Viviane Marques (CRFa 1-10022), coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar e docente da graduação de Fonoaudiologia da Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro, defende a realização do teste, principalmente dentro das maternidades, para evitar o desmame precoce. “Não é só uma anquiloglossia que promove o desmame precoce. Um frênulo curto, um frênulo curto anteriorizado também dificultam a mamada”, alerta.
Para Viviane Marques, o Teste da Linguinha no recém-nascido, dentro das maternidades, possibilita um melhor desenvolvimento das funções do sistema estomatognático, que envolve sucção, posteriormente a mastigação, deglutição (o ato de engolir) e a fala.
“Muitas pessoas só vão ter o diagnóstico e só vão identificar que tem o frênulo (membrana que une a língua ao assoalho da boca) curto pelo distúrbio da fala. Muitas crianças que não fazem o teste dentro da maternidade, não conseguem fazer a amamentação adequada, têm dificuldades, machucam o bico do seio da mãe. Então elas desmamam. E a mãe acaba alimentando com a mamadeira. Quando vem a fase de iniciar as consistências alimentares, quando começa a ingestão de alimentos sólidos, uma criança que tem um frênulo curto realmente não conseguirá lateralizar a língua. Então, a mastigação fica prejudicada”, explica.
A coordenadora do Serviço de Fonoaudiologia do Hospital Municipal Albert Schweitzer (HMAS), no Rio de Janeiro, e fonoaudióloga responsável técnica do Hospital Infantil Ismélia da Silveira, em Duque de Caxias, Debora Gomes Montalvão (CRFa 1-11929), também considera o Teste da Linguinha muito importante para o desenvolvimento pleno da criança. “A anquiloglossia limita o movimento da língua, causando uma má pega. O bebê não abocanha toda a aréola materna e não ordenha a quantidade ideal de leite materno, causando dores e fissuras no seio da mãe”.
Coordenadora da equipe do HMAS há cinco anos, Debora Montalvão acredita que oferecer condições favoráveis para o aleitamento materno exclusivo nos casos de anquiloglossia é garantir a saúde e o bem-estar da criança e de sua família. 

“Desde 2014 realizamos o Teste da Linguinha em todos os nascidos na unidade. Temos uma média de 400 bebês avaliados por mês. Nos casos severos de anquiloglossia, a frenotomia (cirurgia de correção do frênulo lingual) é realizada antes da alta hospitalar. O procedimento cirúrgico é realizado pela equipe de Odontologia. Já foram muitas famílias beneficiadas pelo protocolo. Seus relatos de sucesso na amamentação nos emocionam e são estímulos para a continuidade de estudos sobre o tema”, disse.

A fonoaudióloga, com 14 anos de profissão, há oito anos se dedica à assistência materno-infantil. E admite que desde 2014, quando foi sancionada a lei, o Teste da Linguinha faz parte da sua rotina de estudos e atuação profissional.
Para ela, a Lei Federal 13.002/2014 foi um marco para o diagnóstico precoce da anquiloglossia. Mais recentemente veio a Nota Técnica 25/2018, do Ministério da Saúde, que orienta quanto à necessidade da realização do Teste da Linguinha nas primeiras 48h de vida do bebê, ainda na maternidade, a orientação quanto ao uso do Protocolo Bristol de Avaliação da Língua e um fluxograma de atenção aos lactentes para avaliação e abordagem da anquiloglossia na Rede de Atenção à Saúde. Mas, na avaliação de Debora, ainda faltam as capacitações. “Estamos caminhando, avançando e abrir a discussão sobre este tema é promover saúde e qualidade de vida a todos, entendendo que a lei foi uma conquista e traz benefícios à sociedade”.

Na Especialização em Atenção Integral à Saúde Materno-Infantil da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Debora Montalvão teve oportunidade de aprofundar o assunto, relacionando o protocolo às políticas públicas.  O trabalho de conclusão do curso, “Teste da Linguinha no Brasil: da Lei às Políticas Públicas”, foi desenvolvido com orientação do pediatra Marcus Renato de Carvalho e a contribuição da odontopediatra Clarissa Brandão. “Considero que a pesquisa foi apresentada em um momento oportuno, pois recentemente a Sociedade Brasileira de Pediatria havia solicitado a revogação da Lei do Teste da Linguinha, em defesa corporativa de uma categoria, atribuindo exclusivamente ao médico a avaliação e diagnóstico das anquiloglossias.
O Teste da Linguinha depende de uma abordagem interdisciplinar, envolvendo fonoaudiólogos, odontopediatras e médicos”, completou.
Viviane Marques não tem dúvidas de que o fonoaudiólogo é o profissional ideal para realizar o Teste da Linguinha. “O fonoaudiólogo é o profissional ideal para fazer a avaliação, até porque ele não avalia só a morfologia de língua, mas também as funções do sistema estomatognático. O profissional legalmente habilitado para avaliar essas funções é o fonoaudiólogo”, concluiu Viviane.

 Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa do Crefono1. Fotos: Arquivo pessoal Debora Montalvão



Última atualização: 24/6/2019
 

Aleitamento.com | Teste da Linguinha: impede o desmame precoce

Aleitamento.com | Teste da Linguinha: impede o desmame precoce: Desde 2014, a Lei Federal nº 13.002, instituiu a realização do Protocolo de Avaliação do Frênulo da Língua em bebês nascidos em todos as maternidades do país, ação pioneira em políticas públicas para prevenção à anquiloglossia, popularmente conhecida como