sexta-feira, 4 de maio de 2012

Atendimento especializado

Estratégia de atendimento especializado a bebês será ampliada para mais 5 estados


O Ministério da Saúde (MS) expandirá, neste ano, a estratégia de Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância durante o período Neonatal (Aidpi Neonatal) para mais cinco estados (Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre). Para isso serão capacitados 175 médicos e enfermeiros das cidades do Rio de Janeiro (RJ), de Belo Horizonte (MG), de Campinas (SP), de Curitiba (PR) e de Porto Alegre (RS). “A ação contribui de forma significativa para a redução da morbimortalidade infantil”, afirma o coordenador da área técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do MS, Paulo Bonilha. Segundo ele, o profissional se torna apto a detectar precocemente sinais/sintomas de risco das enfermidades no bebê de zero a dois meses de idade. “O processo de classificação da doença, tratamento e encaminhamento da criança para atendimento especializado se torna mais ágil e rápido se o caso assim o exigir”, explica Bonilha.
A previsão é de que também sejam realizados neste ano cursos nos 17 estados na região Nordeste e Amazônia Legal, com previsão de mais 595 profissionais capacitados, totalizando 770 pessoas. O projeto é de responsabilidade da área técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, que realizará os cursos em parceria com a Universidade Federal do Maranhão e secretarias estaduais e municipais de saúde.
As ações previstas para este ano serão discutidas na 1ª Oficina de Realinhamento Conceitual da Estratégia Aidpi Neonatal no Contexto da Rede Cegonha, a partir da próxima terça-feira (17), no auditório da Fiocruz, em Brasília (DF).
O encontro tem por objetivo levantar as dificuldades para a multiplicação da estratégia e apontar soluções. Reunirá mais de 100 profissionais que foram formados nessas localidades e os coordenadores de Saúde da Criança de todas as secretarias estaduais de Saúde do país.

Rede Cegonha -

 A estratégia tem R$ 1,6 milhão de recurso e está entre as ações que serão fortalecidas pelo MS no âmbito da Rede Cegonha. Segundo Paulo Bonilha, o profissional se torna apto a detectar precocemente sinais/sintomas de risco das enfermidades no bebê de zero a dois meses de idade. “O processo de classificação da doença, tratamento e encaminhamento da criança para atendimento especializado se torna mais ágil e rápido se o caso assim o exigir”, afirma Bonilha.
Segundo o coordenador, o Aidpi Neonatal melhora ainda a assistência à gestante e ao recém-nascido por meio de protocolos de atendimento que possibilitam ao profissional de saúde o conhecimento para detectar e prevenir situações de risco. “Também contribui para melhorar os conhecimentos e as práticas das famílias para a prevenção de doenças e para a promoção da saúde”, avalia ele.
Nos últimos dois anos, a área técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, do Ministério da Saúde realizou cursos de formação em Aidpi Neonatal em 16 estados da Amazônia Legal e Nordeste, além do Distrito Federal. No total, 673 profissionais de saúde foram formados como facilitadores e multiplicadores, assumindo o compromisso de expandir o conhecimento entre os profissionais da Atenção Básica que tratam diretamente da população dessas regiões.

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